BEDA 2016

Dicas do Rio: Grão Café

terça-feira, agosto 23, 2016

A intenção era ir tomar café da manhã com a little sis na Cavé, mas a que queríamos ir (tem duas) ainda estava fechada e Ester resolver me levar nesse outro café que ela namorava há dia mas nunca tinha entrado, o Grão Café.
Ainda volto na Cavé e faço um post aqui, ok?

Mas agora sobre onde fomos. Fica na Rua Rodrigo Silva, número 18, no centro do Rio, cruzando com a Rua da Assembléia, relativamente perto do metrô da Carioca, é bem tranquilo de chegar.
O ambiente é bem aconchegante, já agrada de cara.

Pedi um café expresso batido com gelo e limão siciliano e que delícia que estava aquilo! A Ester pediu um expresso normal mesmo e também achou que estava bom. Nós duas pedimos pra comer um Panini que nada mais é que um pão de queijo rechegado com queijo e orégano que vai na chapa e fica uma delícia. É bem pequeno, mas com o café bastou.




Depois pedimos um waffle com calda de chocolate e sorvete que estava delicioso. A foto ficou péssima porque já tínhamos comida basicamente tudo, e não passa a imagem certa do sabor que a coisa tinha. Mas está valendo né?
Não é barato comer lá, mas estava tudo muito gostoso. Afinal das contas até curtimos que a Cavé não estivesse aberta, porque foi bom conhecer um novo café ali no centro. Já pretendemos voltar porque ficamos com vontade de experimentar outras coisas mais do cardápio.




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TAG: complete a frase

quinta-feira, agosto 18, 2016
Sou muito curiosa. Sofro desse mal que também tem suas vantagens. Mas eu sou curiosa demais. Se estou lendo sobre algum assunto, como política, por exemplo, e não entendi alguma parte lá vou eu abrindo abas até entender e tudo se encaixar. Essa característica minha que me fez parar na fotografia analógica, por exemplo. entender tim tim por tim tim de como uma fotografia é feita.

Não suporto gente egoísta. Só pensa nela mesma, só quer falar dela, só se importa com ela, só faz se for também do interesse dela. E por aí vai. Vamos pensar mais nos outros!

Eu nunca vi filme das princesas da Disney na infância. Meus pais nunca foram muito fãs da Disney e eu nunca fiz muita questão de ver. Até hoje nunca vi vários clássicos deles, inclusive.

Eu já briguei algumas vezes com a Darley em um dos piores anos da minha vida. Porque foi um ano inteiro de crise porque estava passando por mudanças drásticas internas as quais eu não sabia lidar. Daí eu explodi várias vezes, e algumas delas foi com a Darley. Vejam bem, eu raramente explodo, especialmente com amigos. A coisa estava feia na época mesmo.

Quando criança eu troquei de colégio uma vez, porque queria porque queria estudar de manhã, e durei um mês no colégio novo, voltei correndo para o meu antigo e lá fiquei até terminar o ensino fundamental. Até hoje quando lembro desse episódio lembro como um mês horrível na minha vida.

Nesse exato momento é dia dos pais (esse post está programado para sair depois) e não tenho e nem quero falar muito sobre isso.

Eu morro de medo de perder alguém da minha família e ter que descobrir como viver com isso.

Eu sempre gostei de música. Eu era aquela pessoa que compartilhava fone no recreio e que indicava bandinha alternativa para os amigos. Também sempre gostei de filme. Tenho inúmeras memórias em que eu e minhas irmãs gastávamos rios de dinheiro nas várias locadoras do bairro. Era ritual ir sexta alugar filme para todo o final de semana. Que saudades senti agora.

Se eu pudesse, eu iria para outra cidade, morar um tempo sozinha, só comigo mesma, mas numa casinha muito da agradável. Porque queria muito ter essa experiência e porque cada dia mais aguento menos o Rio e essa coisa de cidade grande e seu caos.

Fico feliz quando posso ficar boa parte do meu final de semana na minha cama vendo série. Sad but true.

Se pudesse voltar no tempo eu tentaria registrar melhor minha infância e minha pré-adolescência, de forma cronológica e tudo bonitinho na minha mente.

Adoro sair para comer com os amigos e com os amigos para algum lugar ao ar livre.

Quero muito viajar para, sabe que eu não sei?

Eu preciso melhorar a forma como gasto meu tempo.

Não gosto de, atualmente, da forma como eu não consego administrar tão bem o meu tempo. Eu sempre fui de viver e deixar acontecer e vai acontecendo e se encaixando e sempre achei meio exagerado quem distribui tarefa certinho em horários fixos e pré-estabelecidos. O meu máximo sempre foi "a noite tenho que estudar", mas sem um horário certo para acabar ou começar. Agora eu vejo que pode ser bom para mim mesma colocar um horário certo para começar e acabar uma ação e tentar ao máximo cumprir aquilo, se não der, aí sim, não deu e não vou sofrer por isso. Mas percebi que quando coloco horários e deixo claro como vou gastar meu tempo, meus períodos de dia, tarde e noite (especialmente a noite) rendem muito mais.
BEDA 2016

Viagem: SP

quarta-feira, agosto 17, 2016

Por algum motivo besta eu sempre acreditei que não gostaria de São Paulo e nunca fiz muita questão de conhecer a cidade. Quando fui pela primeira vez fiquei com uma vontade de voltar mais por curiosidade que por paixão, diferente de como foi com Ouro Preto, por exemplo. Das vezes que voltei para São Paulo, a cidade foi me conquistando aos poucos, até que eu passei à amá-la, e é muito bom amar uma cidade.

Eu me vi indo do nada para lá nessa última vez, meio sem querer meio sem saber direito o que tava fazendo e com um empurrãozinho de bom ânimo da Bruna C. mesmo sem ela saber tão bem (hahaha, brigada Bru). Foi a primeira vez que viajei de ônibus para fora do Rio de Janeiro e já estava esperando uma viagem péssima já que não consigo dormir em viagens, além de um misto de pensamento que atrapalhava tudo. Acabou que como era de madrugada e como tinha tomado um remédinho eu dei uma cochilada bem ali no meio da viagem. Cara, chegar em uma cidade pela rodoviária é simplesmente fantástico. Já tem uma estação ali na Tiête, me resolvo muito bem com metrô, obrigada, cheguei no meu bairro nuns minutinhos.



Nessa viagem eu estava mal. Foi um par de dias depois do golpe com a Dilma, e foi simplesmente um choque pra mim ela ter saído, no dia que de fato isso aconteceu eu fiquei o dia todo chorosa, e quando fui pra SP, ainda estava, então achava até que seria bom ter um momento só meu comigo mesma para me recuperar um pouco.
Tomei café numa padaria perto de onde estava e fui para o MASP. O primeiro andar do museu estava com a exposição Histórias da Infância. E foi um paque.
Era uma exposição voltava para crianças e ela estava maravilhosa. Os quadros em uma altura abaixo do normal, na altura das crianças, legendas mais amplas, explicativas, e diversos quadros de diferentes países, retratando a infância de diferentes culturas sem pena em mostrar a realidade ou fazer uma crítica construtiva. Se eu já estava mal, eu fiquei pior vendo como crianças já são submetidas à preconceito racial ou de gênero, como elas precisam se inserir num sistema educacional já tão ultrapassado e que as limita de mil formas.
Acabei a exposição já meio que correndo e com o coração completamento apertado.





Então eu subi e fui para a exposição permanente do museu, em que as obras do acervo da instituição são apresentadas novamente nos cavaletes de cristal da Lina Bo Bardi, o que isso por si só já carrega um baita de um significado.
As primeiras obras apresentadas são de artistas europeus, pinturas da elite européia que estamos completamente acostumados a ver dentro de quadros mais acadêmicos. Eu estava mal e completamente crítica, tinha inserido mil questões políticas nos últimos dias, aqueles quadros simplesmente me fizeram não me fizeram bem e eu mal olhei cada um deles, fui mais passando rápido até chegar próximo ao fim das obras onde apareciam nossos artistas brasileiros modernos com todo um cunho político e social, que contradizia completamente com os primeiros quadros que vi ali e que significavam tanto, mas tanto, eu só soube chorar. Dei meia volta, desci meio que correndo para o banco do MASP que dá de cara para a Avenida Paulista e chorei me importando um pouco se estava sendo julgada pelas pessoas ao redor, mas sinceramente não tinha muito o que eu pudesse fazer. Nessas horas sou grata por ter pessoas que me compreendam tão bem como minhas irmãs, porque foi à elas que eu recorri tentando explicar o que estava acontecendo comigo ali naquele momento.

Já recomposta um pouco no hostel eu conheci a Camila, e ai lembrei que a melhor coisa que existe nessa vida são pessoas. Que a melhor coisa que existe em viajar é conhecer pessoas. Estávamos as duas mortas de fome então acabamos no Holy Burguer e que hamburguer bom meus amigos! Já tá no meu roteiro voltar lá na próxima ida à SP.


Viajar sozinha tem dessas de ter que lidar com você mesma. Nessa viagem eu mesma era um misto intenso de muitos sentimentos. Em uma noite fui para a varanda e ouvi Marcos Almeida, enquanto falava com Deus, e Ele começou a falar comigo de volta, especialmente quando tocou Sê Valente. E sabe quando você tem umas questões ali dentro que precisam ser tratadas e nem sabe? Quando você tem um misto que não sabe descrever muito bem o que é, mas o Pai vem e põe a limpo, te compreendendo ao mesmo tempo que cura? Foi bem isso que aconteceu. Comecei a enxergar um monte de coisa que carregava dentro de mim e nem sabia e comecei a enxergar a partir de uma perspectiva completamente nova para mim, da perspectiva que Deus enxergava e estava querendo me mostrar.


Também dei uma volta pelo Ibirapuera e é oficialmente o maior parque que já visitei. Fui na feira da Liberdade, e comi uns rolinhos primavera muito dos bons. Fui almoçar na Vila Madalena e me perdi tentando achar o Beco do Batman.

Voltei pra casa com bem menos questões dentro de mim e com um amorzinho por São Paulo, onde já já estarei de volta ainda esse ano. <3



BEDA 2016

Sobre séries e mulheres #2

domingo, agosto 14, 2016

Comecei a assistir Jane The Virgin depois de ser digitalmente influenciada -risos- pela Thereza Chammas no Melhor Grupo do facebook e pela minha amiga de trabalho. Simplesmente comi toda a primeira temporada. É uma série muito leve, carregada de humor junto com muito drama mexicano e com umas referências ao mundo pop graças ao Rogélio.

A protagonista é a Jane mas a história gira entorno dela e de sua família e é sobre isso que eu quero falar. Porque a família é formada por três mulheres, a própria Jane, sua mãe, Xiomara Villanueva, e sua abuela, Alba Villanueva. São personagens super bem construídas que formam uma família incrivelmente forte.

Jane é a mais nova das três mas ao mesmo tempo é muito madura. Sabe aquela pessoa que resolve tudo com listas (olá Rory?), que gosta de ter certeza quando toma uma decisão? Então, ela. Mas quando o assunto são pessoas queridas ela consegue muito bem abrir mão da razão e ir pelo sentimento, especialmente quando é pela sua família que é o que existe de mais importante pra Jane, mesmo que as vezes seja super difícil.
Ela tem uma sensibilidade muito grande em relação ao outro, visto a relação amigável que ela tenta ter o tempo todo com a Petra. 
Jane tem mil sonhos e se mostra uma mulher super forte em que luta por cada um deles, mesmo quando precisa lutar ao mesmo tempo por vários. Essa é uma das coisas que mais vejo de forma clara nela. Ela é uma mãe super forte com o Mateo como também se mostra super forte quando o assunto é correr atrás da carreira profissional dela. E esses dois pontos são mostrados de forma  genuína na série. A Jane é completamente humana, completamente como mil outras mães classe média que sofrem em querer ficar com os filhos o maior tempo possível mas ao mesmo tempo não podem esquecer que ela tem toda uma vida além do filho recém nascido e que não pode deixar tudo isso de lado. 

Mas Jane não seria tão forte e não conseguiria dar conta de tudo se não tivesse sua mãe, a Xiomara, ao seu lado.
Xiomara foi mãe nova, tendo que se virar muito cedo e acaba sofrendo um pouco de juventude tardia. Muitas vezes a Jane que precisa ser a mãe da relação e dar uns conselhos sérios ou impor limites. Mas todas as vezes que Xiomara precisou dar apoio para a filha, ela deu todo suporte necessário, especialmente suporte emocional. É ela que sempre compreende a Jane, dá conselhos e diz pra ela continuar quando ela quer parar ou diz para ela parar quando loucamente ela quer continuar. 

Mas nem Jane, nem Xiomara seriam essas mulheres incríveis, com todas suas qualidades se sobressaindo aos seus defeitos se não tivessem como exemplo a abuela, Alba Villanueva.
Alba pode ser rígida muitas vezes com toda sua crença, mas quando ela vê que precisa abrir mão disso pelo bem de sua filha ou sua neta, por mais difícil que seja, ela abre, e coloca sua família como prioridade. Ela trás a seriedade pra dentro de casa, trás a maturidade necessária, mas trás o conforto também. A abuela dá conselhos difíceis de serem ouvidos mas ela dá da maneira mais dócil que consegue sempre, porque dá com amor.

São três mulheres completamente diferentes e pra mim o que mais se destaca é o imenso respeito que elas tem umas pelas outras apesar dessas diferenças.
Elas brigam, mas conseguem manter o respeito em todo o tempo. E a maturidade com que lidam com as diferenças? Elas sempre, sempre, sempre conseguem conversar sobre o que causa tensão ou discordância e mesmo mantendo conclusões distintas ao fim da conversa, elas continuam se respeitando, respeitando os limites da vida da outra, e passam por isso.
É uma relação madura baseada no respeito, vêem?
É difícil você manter sua opinião quando difere da do outro e ainda conseguir ter uma conversa que termina bem mesmo que as diferenças se mantenham. Elas conseguem, e é de se admirar. 

Eu acabei a segunda temporada (a série ainda vai lançar a terceira) e foi bem interessante assistir essas relações de mães e filhas ao mesmo tempo que assistia (e continuo assistindo) Gilmore Girls e a relação de mãe e filha também existente nessa série.
É gostoso ver tanta representatividade assim ao mesmo tempo.
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Música: bandas nacionais cristãs

terça-feira, agosto 09, 2016
Para quem não sabe, eu sou cristã, mais especificamente protestante, e como já falei em vários posts por aqui estou sempre ouvindo música e querendo descobrir novos artistas. Então, vamos juntar uma coisa à outra?

Resolvi juntar e postar aqui porque tem sempre algum amigo pedindo dicas sobre esse estilo de música para mim e para as minhas irmãs, então resolvi compartilhar.
Eu ouço de tudo e é até meio chato ficar fazendo essa diferenciação de tipo de música, mas ao mesmo tempo, eu compreendo que as vezes queremos uma música de adoração à Deus, com uma letra específica focada nisso. Eu creio que Deus pode falar conosco através de música de uma forma geral, indiferente de qual tipo seja, e acredite ou não, Ele já falou comigo, então falo por experiência própria. Mas aqui vou focar em artistas que escrevem letras de forma direta para Deus ou sobre esse relacionamento entre homem e Deus.

Vou focar também em apenas bandas nacionais. Sempre ansiei encontrar artistas nacionais com letras que fossem do meu agrado, algo que antigamente achava bem difícil, mas ultimamente tenho escutado uns álbuns muito bons, com letras sinceras, com o foco que considero o correto, que nos levam direto à Deus, sem rodeios, músicas que não tem o intuito de nos diminuir ou pedir algo, mas apenas nos aproximar do Pai, e tratar do nosso relacionamento com Ele. Então vamos logo.



Marcos Almeida



O Marcos eu já conheço tem um tempo, desde quando ele era líder do Palavrantiga, que é a banda que ele fazia parte e saiu para tentar carreira solo. O cara é simplesmente bom demais. Sabe aquele misto de sentimentos que você quer traduzir em palavras e as vezes gritar pra Deus? Então, o Marcos traduz. As letras são carregadas de sinceridade e a melodia de sentimento. Ele não tenta fazer composições apenas bonitas, mas ele tenta nas composições se abrir e focar no relacionamento de amigo que nós temos com o Pai. Fui no primeiro show dele na carreira solo, que foi aqui no Rio,e  no final ele simplesmente sentou no palco (como na foto) e fez um bate papo com a gente, foi incrível. Ele é humilde, ao mesmo tempo que tem muito para compartilhar numa conversa, sabe? Ouvir o que ele escreve, na voz dele, que eu particularmente acho maravilhosa, é muito bom.

Músicas preferidas:
Sê valente 
De manhã
Boa nova


Laura Souguelis



Uma pessoa que carrega o amor do Pai, a Laura. As músicas dela passeiam bastante nesse tema, e o testemunho dela é lindo demais.
Infelizmente ela não tem CD gravado, a única gravação dela que você encontra, digamos assim, oficial, é o último Fornalha dela com o Dunamis, que está lá no Spotify. Mas eu recomendo procurar o primeiro Fornalha dela no Youtube que tem inteirinho e é lindo demais, de todos que o Dunamis já fez sem dúvida foi o que mais falou comigo repetidas vezes.
A música Filho Amado é uma das mais conhecidas, e a maneira como Deus falou comigo na primeira vez que eu ouvi foi forte demais.
Há tempos que quero ver a ministração da Laura, e sentir esse amor que transborda em todas as suas canções, e finalmente vai acontecer rs.
Mas só de ouvir em casa já é fantástico, então recomendo.

Músicas preferidas:
Filho Amado
Abba
Santo Espírito


Monte Sião



Monte Sião na verdade é uma igreja lá em São Paulo, que inclusive transmite os cultos todo domingo ao vivo no YouTube, e sempre quando estou em casa de bobeira coloco para ver, ou depois ouço as pregações que eles deixam gravadas lá e são sempre muito boas. Mas falando sobre música, o ministério de adoração deles é muito bom, tanto musicalmente falando quanto de unção, e daí que eles lançaram o álbum "Meu Lugar É Aqui" que foi gravado durante o evento anual deles de virada de ano o "7 noites em Sião", e o álbum é muito bom. Quem canta é a Zoe Lilly e o Anderson Dantas. A música que dá nome à esse álbum falou muito especificamente comigo em uma conferência que fui ano passado e a Zoe cantou, mas todas as letras são bem impactantes.

Músicas preferidas:
Meu lugar é aqui
Brilhante Rei
Pai das Luzes


Lucas Souza Banda


O Lucas Souza já nem produz mais como cantor, atualmente ele é o produtor do cantor Silva, que é também conhecido como 'seu irmão' haha. Mas suas músicas de uma forma geral foram bem marcantes aqui em casa, o CD dele já nos acompanhou em muita estrada dentro de carro e  também já participou de natal nosso. Mesmo que ele não lance mais CD, ou música, continuo ouvindo o que ele já produziu e continuo sendo abençoada por ele. Na verdade o Lucas foi o primeiro artista nacional que nós (eu e minhas irmãs) descobrimos que ia de fato de encontro com aquilo que a gente procurava quando queria adorar a Deus. Ele tem algumas versões, mas a maior parte do que ele produziu é original, e é cada letra maravilhosa, é cada sinceridade de coração, que não tem como não continuar sendo incrível mesmo depois de anos. Eu continuo amando demais todos os álbuns dele.

Músicas preferidas:
Cidade do Amor
Teus olhos meus horizontes
Eu vou ficar aqui (tem uma parte dela na minha descrição de perfil aqui no blog e sempre vai ter rs)
Incomparável tanto amor
Majestade Santa
Tua beleza é maior que a vida


Sozo


São os caras mais recentes aqui nesse espaço, pelo menos na formação atual, tendo à frente o Paulo Peres. O que mais me encanta neles é a novidade. Eles arriscam na estética da banda, com os vídeos, a capa do CD, e toda imagem utilizada pela banda na internet e nas propagandas. Além disso no som, é um som para você colocar de fundo e deixar mas também se permitir ir junto quando quiser, uma estética bem diferente das que estamos acostumados no meio cristão, e muito boa. Eles são uma vertente do Movimento Dunamis e costumam acompanha o movimento por ai e ser a ministração principal deles nos eventos. Eu até hoje não vi eles ao vivo (mês que vem no mesmo dia que verei a Laura, verei eles também , uhuul hahaha), mas com certeza deve ser bom. 
Ah, e as letras são muito bonitas, fugindo também do normal, e focando numa relação do homem com Deus.

Músicas preferidas:
Salmo 139
Imagem da Sua Glória
Multidão de Sentimentos



Lembrando que todos eles tem músicas disponíveis no Spotify, ok?



Extra:
Uma seleção de artistas/ bandas nacionais que também ouço mas não necessariamente na mesma frequência dos citados acima: Nova Geração (com o Gustavo Paiva), Zoe Lilly (solo), Os Arrais, Palavrantiga e Tom Molinari.




BEDA 2016

Drops semanais (especial BEDA)

segunda-feira, agosto 08, 2016
Parque Eduardo Guinle
Eu resolvi um tempo atrás fazer um resumo das minhas semanas, o famoso drops semanais, que óbvio, flopou depois de um tempo. Mas como eu amo ler esse estilinho de post e também amo escrever por aqui esse estilinho de post, voltei com ele para uma temporada especial dentro do BEDA! o///

Essa semana fui no Parque Eduardo Guinle que fica pertinho do meu trabalho, mas que ao mesmo tempo é meio escondido e só descobri graças à um picnic/ aniversário que fui lá. 

Parque Eduardo Guinle

Pingado no Café Secreto
Na terça encontrei uma amiga querida no Café Secreto, e tomei apenas um café mesmo, mas ir lá sempre é sinônimo de amorzinho, ainda mais se for com alguém querido.




Na quarta fez friozinho aqui no Rio e eu decidi que queria tomar uma sopa. Fui em um bistrôzinho mas não tinha nenhuma sopa que eu quisesse (meu gosto para sopa é tido como exótico), então corri para um restaurante que tem a melhor sopa de cebola que já provei, é sempre uma delícia e sai de lá lembrando o porquê de eu amar tanto essa sopa.
No bistrôzinho que falei não tinha sopa do meu agrado, mas... Tinha o famoso brownie do luiz. Eu e Ester já fizemos nossa versão dele aqui em casa e desde então ainda não tinha conseguido comer de novo o original, só quarta agora, e devo dizer modestamente que prefiro atualmente a versão alternativa minha e da little sis, viu?

Na quarta mesmo, eu tinha que ir em uma loja retirar uma bolsa minha que deu problema e tinha combinado com a Ester de comermos depois no outback, porque não iria me deslocar até um shopping na Tijuca só pra buscar uma bolsa, é claro. Mas essa semana foi de feriado aqui no Rio graças as olimpíadas e então a nossa quarta foi na verdade a nossa sexta, deixando o shopping lotado e a fila pra DAR O NOME PRA ENTRAR na fila de espera do outback imensa. Sendo assim desistimos de lá e fomos caçar qualquer outra coisa na praça de alimentação, como tudo na vida, terminamos em pizza.




Como eu disse quinta-feira foi feriado aqui no Rio e eu fiquei o dia todo em casa, vendo Gilmore Girls e estudando. Entre uma coisa e outra eu tive coragem de tirar o pijama e ir até o mercado por motivos de: meu Deus que vontade absurda de comer sorvete. É sério, eu trocar de roupa pra ir em mercado em pleno feriado só com uma vontade louca mesmo. Pois bem, comi mais que metade de um pote de sorvete e pra entupir de vez o corpo de açúcar comi três pacotinhos de m&m.

Na sexta marquei de ir na casinha da Darley junto com a Laza. Darley preparou essa mesa maravilhosa de comidinhas para nós, e depois rimos como nunca antes lendo o famigerado Caderno Vermelho (nome inclusive do nosso grupo no zap zap). Ele nada mais é que um caderno que fizemos no nosso terceiro ano do ensino médio e está cheio de coisas que se passam na cabeça de adolescentes no ano querido de vestibular. Além de uns desabafos e lindas DRs que escrevíamos ao invés de conversarmos. Éramos muito maduras mesmo.

O sábado passei em casa vendo mais Gilmore Girls, comendo e estudando e o domingo nada mais fiz que ir pra igreja e adivinhem só? É, ver GG e comer, que através desse post fica constatado que é algo que eu realmente amo fazer: comer.

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Dicas do Rio: Café Secreto

domingo, agosto 07, 2016

Eu gosto de sair pelo Rio descobrindo novos lugares, alguns deles eu posto por aqui entre fotos e posts aleatórios, outros nunca aparecem. Como tinha que ter muito post nesse mês de agosto resolvi separar um dia só para dar dicas pelo Rio de Janeiro. Estreando então com o Café Secreto.

Uma conhecida postou foto nesse lugar charmoso colocando na localização o Largo do Machado, ou seja, do ladinho do meu trabalho, fiquei toda "como assim do lado do meu trabalho e eu não conheço?". Comentei perguntando onde era, e fica na Vila do Largo do Machado, mais especificamente na Rua Gago Coutinho, nº 6, na Casa 8. 


A Vila do Largo é um lugar a parte por si só e cheio de história, se quiserem saber mais sobre leiam essa matéria com o responsável pela reforma do local, é bem interessante.
O café tem um clima bem aconchegante, com cadeiras em frente ao balcão e essas cadeirinhas do lado de fora, que é onde sempre escolho ficar. Os atendentes sempre são uns queridos.


Já bebi e comi algumas coisas por lá, como o pingado (o da foto), mochaccino, expresso duplo e o chá quentinho da casa, o london fog. Tudo uma delícia. 
Já comi o culitos deles que é uma delícia a massa, o pão de queijo, e o cookie de chocolate, pistache e flor de sal. Tudo muito bom também.


Lembrando que eles funcionam de segunda à sexta das 10h as 18h, que é uma pena, porque sempre quero ir lá quando saio do trabalho mas não dá rs.




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Cápsula do tempo

sexta-feira, agosto 05, 2016
Eu tenho uma pasta cinza de documentos, é a famosa pasta de documentos, que você sempre vai atrás quando precisa de algum papel sério. Mas como é de se esperar de uma pessoa séria, pero no mucho, nela também coloco outras coisas além de documentos.
Eu sabia que no último compartimento da pasta tinha um conjunto de envelopes embalados e eu pensava que aquilo era minha cápsula, mas sabe quando você não tem certeza? E eu nunca tinha parado para verificar mesmo.

Conversando com a Bruna, falamos de cápsula do tempo e eu falei sobre esse conjunto de envelopes. Fiquei de ver se era mesmo ou não uma cápsula. Como alguém faz uma cápsula do tempo e esquece que fez, né? Pois então, era.

No primeiro envelope estava escrito "Agosto 2012" - "Agosto 201?", deixando claro que nem meu eu de 2012 sabia direito o que estava fazendo. Eu supus que era para abrir daqui 5 anos, ou seja, em agosto do ano que vem. Mas também cheguei a conclusão que aquilo era meu e só afetaria à mim mesma, então decidi abrir naquela hora mesmo.

Gente, que coisa mais maravilhosa!
Conforme fui lendo eu fui lembrando do dia que me sentei de frente pro desktop e escrevi aquilo. Começava da forma mais clichê possível, dizendo que eu tinha acabado de sair de um banho (risos) no qual eu havia pensado muito sobre a minha vida e que pela primeira vez eu olhava para o meu futuro e não tinha noção sobre nada, então cheguei a conclusão de que queria fazer uma carta com todas as minhas indagações e lances pro meu próprio futuro. Resumidamente: fantástico.
Me lembrei que tinha decidido que seria interessante tocar em vários pontos da minha então vida, descrevendo tudo, para poder ver como esses pontos estariam daqui 5 anos e comparar.
Falei sobre tudo, realmente tudo, foi uma carta de três folhas que eu desejei que fossem 6 de tão gostosinho que foi ler. Eu tinha tanta dúvida, algumas que vejam só, continuo tendo. Já sobre os lances que dei sobre como eu estaria daqui alguns anos, eu acabei acertando alguns, outros ainda continuo torcendo para que aconteçam e outros que eu nem sabia o que chutar, mas a vida veio e foi bem legal comigo.

Falei das bandas que eu ouvia, e graças a Deus meu gosto continua o mesmo. Quanto à música dei uma dica pra mim mesma "Sarah, você ainda escuta Matt Corby? Se não, vai ouvir agora! Te garanto que vai ser bom!". Mal sabia que o melhor álbum dele ainda estava por vir. Por favor ouçam o conselho do meu eu de 4 anos atrás e coloquem pra tocar o álbum Telluric do menino Matt.

Eu falei um pouco das minhas amizades, coisas que eu pensava sobre algumas e foi interessante ver como as amizades também mudam e no meu caso mudaram para melhor.

Dentro de um envelope tinha um texto da linda e maravilhosa Yume (minha mais antiga amiga das internê) que eu não lembrava MESMO que eu tinha colocado ali, e que incrível foi ter lido esse texto.

Yume ainda vai dominar o mundo.


Foi bem legal ter lido sobre vários pontos da minha vida e ter visto que nossa, 4 anos é coisa pra caraca! Tanta coisa pode acontecer e oh, aconteceu! Me peguei rindo de umas que escrevi que hoje enxergando de outra perspectiva me parecem tão distantes e diferentes.

Ter visto também que a vida vai se ajeitando, e que óbvio as coisas várias vezes fogem do nosso controle, porque o tempo inteiro coisas acontecem, a vida acontece.
Mas ver que tem coisas que estão sim no nosso controle e eu queria 4 anos atrás e consegui hoje exatamente por esse combo de que eu queria e estava no meu controle.

Ano que vem eu e Brunita iremos fazer outra cápsula juntas. Como fiz essa já sei mais ou menos o que vou querer fazer na minha próxima. E que aí sim pretendo abrir só daqui 5 anos mesmo já que estarei fazendo essa promessa à alguém mais além de eu mesma.

E tá aí uma experiência que recomendo. Façam uma cápsula!



BEDA 2016

Tag: 7 coisas

sexta-feira, agosto 05, 2016
7 coisas para fazer antes de morrer

- Viajar sozinha (algumas vezes)
- Ser mãe (parindo e adotando)
- Falar espanhol
- Trabalhar mais ativamente com crianças
- Cozinhar muito bem
- Ir no show do switchfoot
- Fazer uma road trip com as minhas irmãs pela Califórnia

7 coisas que eu mais falo

- Porcaria
- GEEEENTE
- Quero comer
- Meu Deus do céu
- Eita
- Uhhh
- Ai que susto

7 coisas que eu faço bem

- Ouvir os outros
- Comer (risos eternos)
- Pipoca
- Comprar (não compro por impulso, sabe? Faço toda uma pesquisa sobre o que exatamente quero comprar antes de comprar)
- Minha própria maquiagem
- Escrever (relativamente bem)

7 coisas que me encantam

- Animal
- O vídeo do cão Matias (CALMA MAAATIAS; Os primeiros passinhos do Matias, ahhh)
- Natureza (céu e mar)
- O Amor de Deus
- Cheiro de flor
- Demonstração de carinho entre pessoas desconhecidas
- Riso de criança

7 coisas que eu não gosto

- Injustiça
- Julgamento
- Pessoas paradas no lado esquerdo da escada rolante
- Quem só tem foco em si mesmo e mal sabe ouvir o outro
- História inútil
- Ter insônia
- Comer carne por educação

7 coisas que eu mais amo

- Comer (risos eternos)
- Comer com os meus amigos
- Comer com minha família
- Conversar com meus amigos e família
- Viajar
- Viajar com meus amigos e família
- Pegar no sono aos poucos deitada na cama enquanto assisto algo gostosinho

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Viagem: Paraty

quinta-feira, agosto 04, 2016
Trindade

Ruela linda no centro histórico

 


Rua mais linda do centro histórico



Numa trilha de Trindade a gente desemboca nessa praia

No meio do mar

Na Lagoa Azul

No meio do mar

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Sobre séries e sobre mulheres

quarta-feira, agosto 03, 2016

Aqui em casa somos conhecidas como as Bragas, o que infelizmente não inclui meu pai, visto que esse sobrenome vem da minha mãe. Se fôssemos incluir meu pai, seríamos conhecidos como a família Peixoto, o último sobrenome de todos aqui de casa.
Isso pode representar um pouco nossa família: 4 mulheres (mais Mia, nossa cachorrinha) e 1 único homem, papai.
Sempre foi dito que quem manda aqui em casa são as mulheres, naturalmente acaba não sobrando muita voz pro meu pai, apesar dele ter voz sim, porque ele é muito inteligente, então quando fala, tem o que falar.
Então pra mim é bem interessante quando vejo séries onde enxergo isso também, uma família dominada pelas mulheres, que ganham força se unindo e que praticam de forma natural a sororidade.

Eu não gostava muito de Gilmore Girls quando era adolescente, eu via mas não curtia muito, achava muito sem graça.
O Netflix anunciou o lançamento de uma nova temporada para a série e começou todo o auê na internet, inclusive entre as minhas irmãs, que antes de liberarem todas as temporadas no Netflix elas baixaram tudo e começaram a ver.
Fui fisgada pela curiosidade e resolvi rever o primeiro episódio só para saber também o que eu poderia achar da série, hoje, vendo com um outro olhar, é claro, já que mudei muito desde a última vez que assisti. E cá estou eu na terceira temporada, amando a série e achando tudo maravilhoso.

Adoro vários pontos, que poderia destacar aqui em relação à série, mas um que eu quero pegar pra falar sobre, é a construção das personagens, em especial as protagonistas, as duas Gilmore, Rory e Lorelai.
Elas são pessoas completamente reais, carregadas de sentimentos, opiniões, com defeitos e um tanto de qualidades. No decorrer de vários diálogos e momentos que elas passam, você pode parar e pensar "hey, eu e sei exatamente o que é isso". Talvez, exatamente por isso, algumas pessoas não gostem da série, por ser muito simples, por não ter grandes explosões de acontecimentos ou personalidades no decorrer das temporadas, só tem duas mulheres vivendo suas vidas em Star Hollows.
Mas mesmo nessa simplicidade, nós conseguimos ver o quão fortes, corajosas e independentes as Gilmore são.

A Lorelai é demasiadamente egoísta em vários momentos, mas ela também sabe enfrentar os pais quando eles resolvem se meter na criação da Rory. Ela foge dos caras quando deveria enfrentar aquilo de frente, mas também mostra que não precisa de nenhum deles do lado dela para criar a filha ou dar um jeito na vida dela.


A Rory é totalmente determinada naquilo que quer, e se esforça para conseguir. Mesmo sendo mimada várias vezes, ela não tem carência de aceitação em um colégio que é totalmente fora da sua realidade, em que ela poderia ter medo das pessoas e de suas opiniões e tentar mudar para se encaixar ali, mas ela continua na dela, sendo que ela simplesmente é, dá sua opinião sem receios e acaba até conquistando as pessoas porque ela simplesmente tem coragem de ser ela mesma.

Podemos falar da grande questão da Lorelai querer ser amiga da Rory ao invés de mãe muitas vezes (apesar de eu achar que ela é mãe quando precisa ser) mas ao invés disso, queria dar destaque para a relação delas. Que relação incrível e totalmente possível! Possível porque elas respeitam o espaço uma da outra, mas sempre estão presentes quando precisam estar. Possível porque apesar das duas terem seus dias de mal humor e momentos de egoísmo, elas sempre conseguem reconhecer os problemas entre elas (mesmo quando acham que nunca vão concordar uma com a outra sobre determinado ponto) e baixar a guarda, pedindo desculpas e dissolvendo a briga. Porque elas cuidam uma da outra, seja falando verdades ou com um abracinho nas horas certas.

Além disso, é muito legal ver uma série que estreou em 2000 usando já o termo "feminista", ver uma série que destaca a figura feminina, como a Hillary Clinton, e que mostra mulheres fora de uma imagem esperada para uma personagem feminina. Por essas e outras que sigo perdendo noites de sono vendo episódio atrás de episódio dessa série.



Ainda estou na terceira temporada, então tudo que falei até aqui é baseado no que vi até o momento, ok?



Ps.: Eu também ia falar da série Jane The Virgin, dentro dessa mesma perspectiva de dar destaque para as mulheres, porque está sendo bem legal acompanhar ao mesmo tempo duas séries que tem como figura central uma família formada por mulheres. Mas achei que o post ficaria grande demais, então semana que vem volto para falar da Jane.
BEDA 2016

Música: meus últimos shows

terça-feira, agosto 02, 2016
Os três últimos shows que eu fui e não teve um relato aqui.




Pearl Jam.
Ano passado a banda voltou ao Brasil, e o show no Rio de Janeiro foi em novembro, no Maracanã. A última vez que a banda tinha vindo ao Brasil tinha sido em 2011, mas eu não consegui ir no show e desde então esperava a próxima vinda que eu não perderia por nada. Pois bem, fomos eu e minhas irmãs e foi incrível. Um dos melhores momentos pra mim foi quando tocaram Better Man, porque cara, desde que ouvi pela primeira vez ela ao vivo na Madison Square Garden que eu sonho em viver aquilo hahahahaha. Tocaram todas as músicas que eu queria e foi simplesmente maravilhoso.


Mumford and Sons. 
Se um dia você já ouviu o álbum desses caras então com certeza você já quis no show deles. Eu amo o estilo folk deles e até mesmo o último álbum (ou penúltimo já que eles lançaram o  There Will Be Time com o Baaba Maal) que tem uma pegada para o rock, com a guitarra e tudo mais, continua com seu pé no folk e continua muito bom. Era uma banda que sempre pensava "quando vocês virão ao Brasil, pelo amor de Deus?" e eles vieram. E foi tudo o que eu imaginava. Foram eles mais Florence and The Machine na mesma noite, e creio que a maior parte do público estava lá pela Florence, então eu e Ester éramos as que mais gritavam as músicas, pulavam e suavam ali na área onde estávamos, acabamos o show suadas com blusa amarrada na cintura e meio que sem voz, traduzindo: acabamos o show maravilhadas. Foi bom demais.


Silva.
Então, o Silva. Só se explica sentindo (indo no show), mas vou ser legal e tentar falar aqui.
Eu fui pela primeira vez no show dele ano passado, nem queria, mas fui para acompanhar a little sis Debs, e meu Deus, foi incrível, sempre falo brincando que foi um retiro espiritual para a minha alma. Porque foi mesmo. Eu sai do show não querendo que ele fosse prolongado, mas sim querendo ver e ouvir tudo de novo, igualzinho. Amigos, foi a primeira vez que senti isso ao sair de um show. Você sai de um show maravilhada, querendo um pouco mais, querendo ir em um próximo show da banda quando eles voltarem, mas não querendo entrar de novo e ver tudo exatamente de novo. 
Foi incrível. Muito mais do que eu esperava. Eu só queria saber PELO AMOR DE DEUS quando esse menino vai fazer outro show? Daí ele lançou seu mais recente álbum, o Júpiter, e MEU DEUS LIBERA AS DATAS DOS SHOWS. Ele liberou, tinha Rio, e eu fui. Comprovei que minha alma precisa de um retiro espiritual chamado Show do Silva anualmente mesmo.
É uma experiência sensorial muito gostosa o show desse cara, é uma harmonia incrível em cima daquele palco, de som, de voz, de cores, de luz, de tudo.
No final ainda falamos com ele, e meu Deus que abraço gostoso esse homem tem, e obviamente um amor de pessoa (e devidamente de esquerda, risos), então só consigo amar mais ainda.

Ps.: coloquem pra tocar "Um Girassol da Cor do Seu Cabelo - Silva" e sejam felizes.


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