Indicação de filme #1

13 de junho de 2015






Nunca fui de dar indicação de filme por aqui, porque é tão normal a gente ver post com esse tema pelos blogs, que acabo sempre sem vontade de fazer alguma indicação. Daí que fiquei um bom tempo sem ver filme, porque mais que não ter tempo, não tinha cabeça mesmo. Mas bateu uma saudade, uma vontade de ver, que tive que reservar um tempo só para isso. Entrei no Netflix e sabia a vibe de filme que queria, mas não qual.
Fui nas indicações. E resolvi fazer esse post por isso. Várias das indicações que o Netflix me dá eu desconsidero porque eu já vi, ou porque é uma indicação que não, obrigada. Mas as vezes vale a pena arriscar, naquele filme que você nem está considerando muito, ou nunca ouviu falar. Foi o que fiz com La Tête en friche (Minhas Tardes com Margueritte).


Minhas Tardes com Margueritte é um filme extremamente leve, que trata da vida do Germain Chazes, um homem meio solitário na vida, que carrega alguns traumas de infância que não compartilha muito com os poucos que o cercam. Então ele encontra a amável Margueritte, uma senhora de 95 anos, que trás algum tipo de luz para sua vida, mesmo que isso pareça clichê.

O filme só tem 82 min, muito pouquinho. Não é nada espetacular, algumas vezes você até já sabe onde irá levá-lo. Mas por sua leveza e por seu pouco tempo acaba sendo um ótimo filme pra terminar o dia, ou passar a tarde para arear um pouco a mente, como eu fiz.


Agora nem só de descobertas nós vivemos não é mesmo? Então por mais chiclê que seja, eu preciso falar, de novo, de Orgulho e Preconceito por aqui, porque sim.
Eu estou relendo o livro, dessa vez a versão em inglês (que eu morro de vontade de fotografar e postar em tudo quanto é canto, toda vez que abro, porque é uma versão linda) porque quero pegar pesado no meu inglês e vou nesse inglês mais level hard mesmo, mas nada melhor que pegar mais pesado com um livro que já li algumas vezes né?
Relendo, é óbvio que fiquei na vontade de rever o filme. E aqui fica outra ~indicação~, além de dar chances pra filmes novos desconhecidos, também dar para os velhos queridos. Na mesma proporção que vejo filme novo eu revejo filmes queridinhos. Orgulho e Preconceito sempre está lá, sendo revisto.
Porque, nossa, que filme. Amo a beleza dele, a sensibilidade, a fotografia, as atuações, os diálogos. Eu sinto uma falta danada do finalzinho do livro que foi cortado do filme (mas se encontra na série, então vejam a série que é super fiel ao livro), mas faz parte. Aí o que eu faço é sempre ir ver o final alternativo no YouTube, quando eu revejo no Netflix e não pelo meu dvd.
Nesse dia fui dormir as 2h da matina vendo esse filme, tendo que acordar cedo, mas tudo bem, fui dormir tão bem, porque esse filme, ai, é tão lindo!

Espero ter mais tempo para descobrir outros filmes leves assim nesse mês e igualmente para rever outros.

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