Crises

Aquele com a comprovação de um clichê

quinta-feira, dezembro 31, 2015
Ou: Textão de fim de ano.


Vai ter textão sim, e se reclamarem faço dois.



Eu queria muito escrever sobre a principal coisa que aprendi em 2015, até que no último dia do ano aqui estou eu escrevendo. Mas aproveitando e pegando o gancho pra fazer o famoso último post, que é clichê, mas que eu amo ler nos blogs.

A primeira coisa que eu quero falar nesse post é sobre a maior lição de 2015, que na verdade é só a comprovação de um clichê imenso, mas que eu finalmente vi que cara, é sério. Então lá vai: Aproveite. Muito. O aqui e o agora.
Tem um dia muito especial do início desse ano, que eu sinto uma saudade imensa, e eu não imaginava que sentiria isso por ele, essa saudade, e que ele me marcaria tanto, não imaginava isso enquanto o vivia. Eu apenas o vivi. Teve um monte de estresse no início dele, até que por fim eu e meu pai e a Débora decidimos que ele seria um dia bom, o aproveitamos e ele foi. Ele foi incrivelmente bom.

Eu sempre tentei aproveitar o máximo das coisas. Sempre dou um jeito de conseguir ir, de ver meus amigos, sair com minhas irmãs, conversar muito com meus pais (nessa rotina cansativa da vida). Sempre valorizei esses momentos, com medo de depois me arrepender de não ter vivido direito. Mas nunca soube se um dia me arrependeria, porque nunca deixei de viver pra saber se depois batia a bad ou não. Comprovei que me arrependeria bem ao contrário, vivendo. Esse dia meu com a Debs e com o meu pai foi maravilhoso e eu amo tê-lo comigo, e eu amo ter tido coragem de sair de caso e ter ido, e ter deixado o estresse de lado e aproveitado, e ter tirado mil fotos lindas pra relembrar agora. 



Eu amo cada dia com os meus amigos, eu amo as furadas também que a gente se mete. Amo que consigo vencer a preguiça no final de semana e sempre sair com as minhas irmãs, tendo memórias de quando a Ester subia na calçada numa curva com o carro, e do quanto ela está fazendo curva bem (até as fechadas) em pista de alta velocidade. Amo as boas conversas com os meus pais, depois que chego do trabalho cansada, e dos insights maravilhosos que muitas delas já me deram.



Por causa desse dia lá em janeiro, 2015 me ensinou que todas essas memórias que eu tenho com as pessoas que eu amo foram sim válidas de serem vividas e foi sim válido o esforço que tive que fazer pra ter algumas delas. Comprovei esse clichê maravilhoso de viver o aqui e o agora intensamente pra não rolar arrependimento depois.

2015 foi também o ano que mas vi o amor de perto na vida. Comprovei a minha teoria de que sim, existe mais gente boa que ruim no mundo. Eu vi que minha família é cercada de cada pessoa maravilhosa, de cada família mais linda que a outra, de amigos incríveis, até pessoas que não eram tão próximas assim tinham um carinho especial pra oferecer.
Foi o ano que mais me senti amada por pessoas. E foi fantástico.

Nessa de se sentir amada, esse foi o ano que mais senti o amor de Deus na minha vida. Nunca me senti tão amada pelo meu Pai como em 2015. Nunca entendi tanto o amor dele por mim, como nesse ano. E está sendo tão, mas tão incrível viver isso. Foi o ano que mais cresci espiritualmente na vida, mais entendi o cristianismo, mais vi a glória de Deus, o cuidado dele, o quão incrível Ele é. A cada conversa com Ele, a cada oração, a cada conferência, a cada música, a cada conversa com amigos, a cada pregação, a cada vídeo era um aprendizado atrás do outro. 



Como todo ano eu não comecei 2015 com metas, deixei ele me surpreender. No início do ano, no meu aniversário, eu pensei que seria o pior ano da minha vida (e nem contém dramas aqui), mas ele conseguiu ir me surpreendendo como nenhum ano nunca antes. Eu sempre chego em dezembro falando que a vida me surpreendeu nesses 12 meses que passaram. Mas nenhum conjunto de 12 meses foi tão surpreendente como esse. Foi um emaranhado de dor (muita dor, de ter hora que achava que não fosse mais aguentar), com amor (muito, muito mas muito amor, de onde eu nem imaginava mais), com aprendizado (coisas que eu achava que nunca seria capaz de fazer, eu me vi fazendo sem nem saber como até hoje - mentira, Deus que me encheu de força), com realizações, com amadurecimento espiritual. Foi um ano muito louco, mas muito marcante também.

Então, continuo eu aqui sem lista para o próximo ano, apenas desejando surpresas. Dessa vez espero que elas sejam um pouco mais calmas, na verdade, se puder, muito mais calmas. De desejo, eu só espero que essa paz que sinto agora, no finalzinho de 2015, se estenda por todo o ano que está por vir, só isso mesmo.


Ps.: também espero acabar meu rolo de fotos, que pus ano passado na câmera e ainda está na 32. SÓ MAIS 4 FOTOS SARAH!
Pessoal

li.ber.da.de

sexta-feira, novembro 20, 2015
Quando criei esse espaço decidi que seria um lugar meu, feito de mim para mim mesma. Acho que foi o primeiro blog que criei entendendo de fato isso, que outras pessoas podem até vir aqui ler, deixar um comentário, falar comigo depois que amou o texto ou coisa do tipo, mas pela primeira vez eu entendi que escrevia pra mim em primeiro lugar.
Foi por isso que decidi chamar esse espaço de freedom. Tudo isso que falei acima estava muito claro na minha mente, então esse nome pareceu simplesmente se encaixar muitíssimo bem com a ideia que eu tinha desse espaço.

Coloquei em prática essa liberdade. Aqui se tornou um espaço em que eu não tenho medo. Medo do que a pessoa que vai pensar quando ler o post. Medo de abrir aqui, em texto, aquela confusão de pensamentos que circundam minha mente. Medo de falar besteira, e daqui uns anos reler e ver que mudei completamente, porque estamos em constante fase de mudança. Medo de escrever tudo e no final assumir que continuo é não sabendo de nada. Medo de me expressar e não ser bem compreendida. Medo de falar sobre o que eu quiser. Em resumo, perdi o medo de me assumir como sou. Eu coloquei em prática a minha liberdade de ser.

Entre posts e posts foi uma construção eterna, e continua a ser, claro, de aprendizados e de sempre perder um pouco mais do medo. Cada vez mais fui ganhando mais liberdade e vendo o quanto isso era bom. Mas o mais maravilhoso foi ver isso sendo refletido também na minha vida fora da internet.
Porque na verdade quando criei esse espaço e decidi dar esse nome à ele, também nada mais foi que um reflexo de como estava minha vida fora do mundo virtual, no mundo físico. Um mundo apenas complementou o outro.
No momento que criei isso aqui foi também o momento em que estava ganhando mais consciência de quem eu era e dos valores, medos, pensamentos, construções que carregava dentro de mim. Talvez nada mais fosse que uma vontade minha de tentar me entender mesmo, e escrever super ajuda nisso.

Tanto no blog, quanto na vida fui perdendo todo esse medo que a gente carrega frente à essa sociedade coercitiva. De não me importar. De não me importar se meus pensamentos vão ser incômodos. Se minhas roupas vão ser incômodas. Se meu gosto vai ser incômodo. Se meu jeito vai ser incômodo. Eu não preciso ser como o outro espera que eu seja, e tudo bem. Tudo bem mesmo. Poucas coisas são tão fantásticas quanto a gente se conhecer e conseguir viver bem com isso.

Freedom, essa palavra, passou a representar isso pra mim. Liberdade de ser. Sempre respeitando o espaço do outro, é claro, porque essa liberdade representa na verdade exatamente isso. Eu tenho liberdade de ser, e você também tem. E quanto mais nós temos, mais respeitamos a liberdade um do outro. Olha que maravilhoso?

Das tatuagens que tenho, essa palavrinha no pulso direito foi a primeira que quis fazer, mas nunca chegava a ocasião certa, por fim outras sairam antes mas finalmente chegou a hora dessa. Não posto foto de tatuagem que faço por aí, nem tento explicar o que está por detrás delas, porque acho subjetivo demais pra isso. Mas essa precisava de um post todo especial por aqui.
Essa foi a tatuagem que fiz pra mim, igual esse espaço. Que o significado e o motivo dela tem a ver somente comigo. Essa palavra que ganhou todo um novo sentido pra mim, e que irei levar sempre dentro da minha mente.

Tem significado mais bonito que o da palavra liberdade?






Amizade

Feriadão

sábado, outubro 17, 2015


Estava muito tempo sem aparecer por aqui, mas cá estou eu. Todo o tempo que tinha sem nada para fazer nas últimas semanas eu aproveitei pra descansar um pouco. Esse ano foi bem punk pra mim, e nos últimos dois meses só que as coisas se acalmaram um pouco do lado de cá, e ouso dizer que no último mês mesmo que tenho ficado realmente mais em paz e descansada.
Mas nesse feriado do final de semana passado, eu fui marcando coisa em cima de coisa sem nem perceber, e acabou que eu descansei zero o corpo, mas na terça fui trabalhar bem, de alguma forma leve, sabe? Mesmo que com o olho querendo cair o tempo todo.

Já na própria sexta recebemos (no caso as Bragas) mensagem da nossa querida amiga Vê perguntando se íamos sair a noite, pra gente marcar algo. Acabou que esse algo foi pizza aqui em casa. Mas foi ótima a conversa de volta pra casa com ela, e o resto da noite aproveitando essa pessoa linda.


No sábado consegui acordar um pouco mais tarde, mas só tomei café da manhã e de tarde fui pro chá de panela de uma amiga queridíssima, a Ingridy, que sonha em realizar esse casamento dela e o do amor dela, e eu estou tão, mas tão feliz por eles! Eu nem tirei foto nesse dia, a não ser essa desse céu hiper azul, porque meu Deus que calor que fez nesse dia! Mas mesmo com calorzão foi delícia demais, e de bônus ainda vi a Thami, porque a Ingridy é uma amigona em comum nossa, <3


No sábado havia combinado de ver a lindona da Darley, que eu estava morta de saudade. Acontece que estava já deitadinha na cama pronta pra dormir, e ela me avisa que ia passar aqui em casa 7h da matina! Porque o Banguela, cachorro marlindo desse mundo, não pode pegar sol muito quente, e ele ia junto conosco.

Banguela!

Amo muito!
Aproveitei que o Aterro/ Copacabana fecha no domingo e levei meu long, que também estava morta de saudade de andar, e ainda estou, porque andei muito pouquinho. Só sei que na orla o Banguela é que foi a sensação, teve até gente querendo tirar foto com ele hahahahaha.
Depois passamos na casa da Darley, pra deixar o bichano em casa e de lá fomos almoçar. Almoço recheado das gostorusas do Outback, o clássico mesmo. E ainda fomos ver um filme no cinema. Me assustei quando sai da sala do cinema e ainda estava claro! A gente já tinha feita tanta coisa! Mas ainda era pouca rs. A Darley me chamou pra ir em uma igreja nova aqui perto e eu topei. Terminei o dia cansada, mas muito bem por ter passado o dia todo ao lado desses dois ai de cima, que eu amo muito e ainda assim continuo morrendo de saudade deles!

 

Segunda eu acordei cedo de novo! O dia começou com café da manhã na Colombo do Forte de Copacabana. Com a Ana e a Carol, duas lindas, mais as hermanas de praxe haha. Cada coisa deliciosa! O waffle deles, meu Deus! Comeria uns três daquele (mentira porque dividi um com a Ester e já achei suficiente), e a massa dos salgados também, levinha, muito gostosa.
Já sobre o forte, a vista é linda demais!


Bola de pêlo em cima de bola de pêlo.

Hermana Debs <3


De lá nós partimos pra Urca. Toda uma história maravilhosa com riso atrás de riso da Ana estacionando o carro, que fica só pra quem estava lá vendo mesmo. Mas foi coisa de parar o trânsito, fazer motorista passar falando que não ia dar certo, fazer motorista desligar o carro e depois sair rindo, fazer motorista ter piedade e vir ajudar a moça por o carro no lugar. Foi coisa das amigas ficarem com tanta vergonha no final de não terem mais cara pra sair do carro hahahahahaha, mas foi ótimo. 
Fomos pra Urca pra fazer a tão famosa trilha do Pão de Açúcar, que é tranquila sim, mas achava que fosse ainda mais. Chegamos cansadinhas lá em cima, mas nossa, que visu!



No meio/final da trilha alguém soltou a ideia de descermos de bondinho mesmo e uma foi acatando depois da outra haha. Tomamos um ótimo açaí lá em cima, tiramos muita foto, sentamos e conversamos um pouco e descemos de bondinho, muito rápido e cheio igual metrô e trem na Central do Brasil.
Chegamos em casa já a noite, e eu terminei o feriado super cansada, mas bem sabe? De sexta a segunda fiquei cercada de gente linda, querida e que só me enche de coisa boa. Tô que nem velha optando muito mais por ficar em casa do que por sair no final de semana, mas quando é amigo lindo assim super vale a pensa sair do casulo.

No próximo feriado tem mais, já marcando!
7 on 7

Projeto das lindas: dia-a-dia

sábado, setembro 05, 2015

Fiquei muito tempo sem participar desse projeto fotográfico, porque na verdade fiquei muito tempo sem fotografar direito, o clima por aqui andava muito cabisbaixo e com isso a vontade de fotografar também. Mas a hermana Débs veio me lembrar desse projeto e do tema mensal e cá está esse post.  O tema foi do mês de agosto e está saindo agora no inicio de setembro, e tudo bem. Era para fotografar o dia-a-dia. Minhas fotos retratam mais ou menos isso.



Praticamente todo dia passo maquiagem nesse cantinho do quarto onde entra essa luz natural, e nossa, como amo. Além disso ando usando bastante batom vermelho e tendo uma relação pura de amor com esse tom. A foto ao lado é do Largo do Machado, perto do meu trabalho, onde eu passo de segunda a sexta e sou apaixonada por esse lugar. É lindo, né?


 Minha irmã Ester finalmente está colocando a mão no volante e saindo por aí de carro. Amo sair com ela de carro para falar a verdade, a tensão inicial já passou. E a Débora está com essa cara de paz mas estava toda tensa só porque era a primeira vez dela com a Ester dirigindo haha.


A Ester na foto acima, estava indo em direção ao aeroporto, porque ela e Débs estavam indo viajar. Foi a primeira vez que fiquei dias longe das duas, porque elas que estavam fora de casa, e não eu, e senti saudades sim, óbvio. Nesse clima de viagem, o meu querido bigo voltou (finalmente) e fui no mesmo dia pra casa dele pra almoçarmos juntos e tomarmos um banho de mar, que acabou apenas em nós dois sentados na areia mesmo haha.


Depois que redescobri o trem, ele virou meu meio de transporte número um até o centro do Rio. Nisso, voltando para casa me deparo com a Vê no mesma vagão que o meu, que delícia hein? <3

Uma amiga da Hermana Ester me chama tem tempos para passar um final de semana na casa de praia dela e nunca dá, nunca rola. Até que por intermédio da minha irmã Debs (sentem a confusão) via sms (eita!), marcamos uma data e lá fomos nós. Ela (a amiga) Ester e eu.


Lá na casa dela tinham esses dois gatinhos. Ela é a louca dos gatos haha. E aqui em casa sempre fomos team cachorros, e se tivesse que optar por um animal de estimação escolheria cachorro, mas quanto mais fui me aproximando dos gatinhos (de repente estava cercada de amigos que os amam) fui me apaixonando também por eles, um amorzinho.


Por lá, andamos de bicicleta, comemos sorvete e ficamos observando as paisagens. No outro final de semana fomos para o meu sítio preferido da vida, esse da foto do lado direito. Lindo, né? Amo demais esse lugar.


Por fim, terminei agosto nesse sítio maravilhoso, com pessoas maravilhosas, tendo experiências maravilhosas.

Agosto foi um dos meses mais calmos para mim esse ano, e acho que as fotos refletiram bem isso. 

10 coisas que realmente odeio em você

terça-feira, setembro 01, 2015
10 coisas que realmente odeio em você

1. Seu perfume
2. Seu tom controlado
3. Sua forma de andar
4. Suas calças
5. Seus sapatos
6. Suas camisas
7. A forma como você vive mexendo nesse cabelo
8. Seu olhar
9. Toda sua personalidade
10. O fato de você ter entrado na minha vida e ter me apresentado a esse outro nível de humanidade, que sempre acreditei ser só boatos.


Ps.: Que merda.

Lua

segunda-feira, agosto 31, 2015


Quando fechei o livro e o guardei na bolsa vi atrás do vidro a lua, por entre eu e árvores, prédios e muros que dificultavam vê-la melhor. Nessa hora me frustrei um pouco por ter ficado todo tempo concentrada na leitura e só ter enxergado a lua uma estação antes da minha. Perdi aquela beleza por tanto tempo e agora mal podia ver por causa das árvores, prédios e muros.


Imaginem então a minha surpresa, quando ao fechar o portão da minha casa me virar e me deparar ali sem querer e sem qualquer árvore, prédio ou muro ela. Só o brilho amarelado da lua e meu olhar e todo o tempo que a gente quisesse.
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5 lugares em 5 anos

segunda-feira, agosto 17, 2015
A querida Thami, do Lunettes, me indicou para esse meme que é bem rápido e cá estou eu para fazê-lo. Eu dei uma roubadinha, acredito eu, mas meio sem culpa, porque é lugar, algo bem abrangente, não manda citar cidade específica, ou coisa do tipo, então, hehe. E tentei pensar em coisas que quero realmente dentro de cinco anos, será que rola?


. Paraty - A primeira da lista porque é a que pretendo matar o mais rápido possível. Fica aqui no Rio de Janeiro, tão perto pero tão longe, e a combinação cidade histórica + natureza é a melhor combinação pra mim. Só motivos para querer conhecer esse lugarzin lindo.


. América Latina - Roubei um pouquinho aqui, porque não tem um país específico, quero todos. Todos me encantam e todos estão na lista. Qual vier primeiro já é lucro. Estava me programando para matar dois de uma vez nesse fim de ano, mas por imprevistos da vida parece que a coisa não vai mais rolar. Mas ainda temos muito tempo pela frente para conhecer essa América linda!


. Sul do Brasil - Também roubei aqui, hehe. Não conheço nada do sul do nosso país e queria muito ir à Curitiba e à Santa Catarina, por motivos de: tenho amigas lá que sonho em conhecer. Nunca tive muita vontade de ir para essas bandas, mas a vontade de ir lá dar um abraço nas amigas a cada dia só aumenta. Espero ir em breve também. 


. Amsterdã - Ah, Amsterdã! Quem me conhece um pouco mais de perto já me ouviu tecer elogios para essa cidade mesmo sem nunca ter ido lá. Que gente linda, que cultura mara, que cidade incrível. Quero muito ter uma vivência nessa cidade. Não sei qual meu futuro com ela, mas acredito que ela esteja sim no meu futuro.


. Califórnia - Meu sonho de road trip com as sisters. E aí Ester, já está confiante no volante? Será que dentro de 5 anos sai?



Amizade

Te perdi para o mundo

sábado, agosto 15, 2015

Eu tenho um amigo, e eu o conheci antes disso, tenho certeza, mas a memória que vem ao pensar quando o conheci é essa. Da gente sentado, cercado do restante do grupo que nos acompanhava, nas escadarias do elevador do mirante, esperando algum atrasado chegar, para subirmos todos juntos.
Uma das melhores coisas que fiz até hoje foi ter aceitado a minha bolsa de extensão quando meu orientador me apareceu com essa oportunidade. Graças a essa bolsa encontrei um caminho um pouco mais certo que poderia talhar na minha vida e encontrei pessoas. Entre essas pessoas, encontrei você.

Não somos muito do tipo que se entrega com facilidade, só para vida, não para as pessoas. A gente ama pessoas, a gente ama muito, pessoas são incríveis. A gente ama suas histórias, suas características, suas peculiaridades, olhares e abraços. Quase nada é tão bom e quente como uma pessoa. Mas se entregar a elas pode ser algo meio doloroso no meio do caminho, no início, ou no final dele. Não é qualquer um que a gente pode simplesmente amar, com todo o nosso coração grande e verde, e chamar de amigo para compartilhar a vida.

Você não foi uma daquelas pessoas que me entreguei de primeira, e confiei sem ter sido provada antes que poderia confiar. Você poderia ter sido, para falar a verdade, mas não foi. 
Nossa amizade a gente preferiu ir construindo, ir juntando pedaço aqui pedaço lá, até ver nascer e se formar. O carinho inicial veio facilmente e foi o que nos fez olhar um para o outro de forma especial e colocou dentro da gente vontade de querer estar perto.

Sua inteligência me chamou atenção desde o início. Seu bom ânimo e sua vontade de ir a tudo o que estivesse ao seu alcance sempre, também. Sua cumplicidade tão natural, de amar de todo o seu coração e querer o bem a quem você estima e considera. Seu amor pela vida e suas loucuras para se relacionar da sua forma com ela. Suas trapaças e espertezas, que são tão segredos seus, e quando você me solta alguma, sempre sinto nessas horas, que você confia em mim. Seu amor pelo mar, apesar da sua alma gótica. Seu amor pelo Rio, e por Copacabana, e como você se sente tão em casa nesses lugares. Seus sonhos imensos que abraçam o mundo e ele, o mundo, sempre te abraça de volta. Detalhes que te constroem e que me fizeram querer estar perto de você e entrar na sua vida e ir deixando você entrar na minha.

Depois de 20 dias dividindo dia e noite a vida contigo, sem qualquer pausa, entre sol, mar, massagem, jámons e sorvete a cumplicidade só cresceu e eu disse a mim mesma, que você era daquelas poucas pessoas que eu teria do meu lado quando estivesse me sentindo adulta de verdade, morando sem ser na casa dos meus pais, porque eu quero compartilhar a vida contigo. Quero você como meu companheiro de vida que me entende quando reclamo dos problemas de se trabalhar em uma Universidade pública e quero ouvir você compartilhando disso comigo. Quero publicar artigos com você e ter uma bolsa contigo. Quero te ver indo na Austrália e quero que você me veja indo também. A gente tem tanta coisa para viver e observar o outro vivendo. Não coisas só para agora, mas coisas para uma extensão bem grande dessa vida.

Seu aniversário em alguma casa dos vinte, é um momento que trás um sorriso bobo aos meus lábios ao lembrar, pelo local onde estávamos, pelo o que estávamos fazendo, por com quem estávamos, por ser seu aniversário, um que você estava compartilhando comigo, ali e agora, você entende? Porque você chorou no dia, naquela varandinha, sentado segurando minha pequena surpresa, de forma que me surpreendeu. Porque foi um choro tão da alma e tão seu, nosso.
Queria tanto que nosso desejo fosse fácil de ser realizado. Queria tanto construir outra memória maravilhosa como essa em outubro desse ano. Mas a vida vem e dá uns punks na gente de surpresas. Amargavelmente incríveis e dolorosas.
Queria todos os dias 15 de outubro passar do seu lado, em algum lugar desse mundo. Só que a vida adulta é muito difícil.

Hoje, te olhando, enquanto você fazia sua barba, eu tive um daqueles insights iluminados pela vida e percebi que na verdade, não é só a vida adulta, percebi que eu te perdi, há muito tempo, sem nunca ter me dado conta antes. Te perdi para o mundo. 
Todas as pessoas que te amam precisam saber lidar com a saudade e com a alegria que é ter te perdido para o mundo. Há pessoas que nasceram para ele, e você é uma delas.
Percebi que não tem como passar todo o dia 15 de outubro ao seu lado, construindo memórias nossas, porque além das responsabilidades que ambos teremos, também nunca saberemos onde você estará e por quanto tempo. Percebi que preciso aprender a conviver com isso, mesmo que vez ou outra a saudade doa um pouco e a vontade de ficar nas areias de Copacabana contigo sejam maiores que tudo.

Só te peço que por onde quer que você vá leve meu coração verde contigo e volte sempre para aquecer novamente esse que fica apertado, que me fez vir aqui escrever essas palavras.

Estudos

Estagnada

sábado, julho 11, 2015

Não sou do tipo de pessoa que se orgulha por não ter tempo. Não fico feliz quando digo que estou naquela correria e sem tempo para nada. Na verdade, amo poder dizer que posso qualquer noite daquela semana, quando alguma amiga vem no whatsapp chamar para sair. Amo dizer "verei esse fim de semana" quando alguém indica um bom filme que tem no netflix. Amo dizer que pude ver o último capítulo da novela porque estava em casa a toa.

Só que na nossa sociedade, ainda mais nas grandes cidades, como a que eu vivo, isso é algo um tico quanto raro. As pessoas correm o tempo todo e o tempo todo tem algo para fazer. Eu, sem querer, mesmo, me encontro nesse clube. Do lado de lá. Do lado oposto onde eu queria me encontrar.
Graças a Deus eu não vivo sem tempo porque estou trabalhando. Eu vivo sem tempo porque preciso estudar demais. Papo de universitário, eu sei. Mas pelo meu post anterior dar para perceber que a coisa anda meio frenética do lado de cá. 
A questão é que eu nunca me encontrei assim antes. Tenho sempre algo para fazer e parece que nunca consigo fazê-lo e ainda por cima não dou conta de tantas outras coisas que gostaria de conseguir fazer. Queria terminar várias temporadas de séries que parei brutalmente em algum episódio solto. Gostaria de ver alguns filmes no Netflix que estou postergando há tempos. Gostaria de conversar mais com minha mãe quando chego em casa. Gostaria de não enrolar o dia inteiro para responder meus amigos no whatsapp e conseguir manter umas conversas menos picotadas. Gostaria de ver todos os links que a minha irmã me manda e eu guardo para ver em casa, e fica lá. Gostaria de responder na verdade, todos os emails que recebo sem ficar postergando. Gostaria de conseguir ir em todos os encontros e reuniões que são do meu interesse. Gostaria de algum sábado sair de carro com minha irmã e vê-la finalmente dirigindo. Gostaria de pintar nos quadrinhos novos que mamãe comprou para mim. Gostaria de ler todo meu feedly sem ficar selecionando os posts mais interessantes. Gostaria de fazer umas comidas, especialmente o caldo de aipim que fiz e todo mundo amou tanto aqui.

Eu tento dar conta de tudo o que estou metida também e não consigo. Gostaria de dar conta de cumprir minha carga horária semanal no job e além disso sair com todos meus amigos que estou com saudade. O que é uma prioridade pra mim, então sempre quando marcam eu dou um jeito e vou, mas chego morta em casa e as 22h me encontro tomando café e iniciando meus trabalhos em frente ao computador, acordando morta na manhã do dia seguinte sem conseguir fazer nada.. Queria dar conta de todos os compromissos e grupos que me meto, que costumam me fazer perder o sábado todo. O único dia que conseguiria ficar em casa, mas ando passando a maior parte do tempo fora. 

Tanta coisa pequenina, do dia-a-dia mesmo que eu gostaria de fazer e não consigo. Ao mesmo tempo que parece que não saio do mesmo lugar em relação a minha monografia e ao meu projeto de mestrado.
E eu entrei em crise (algum dia eu já saí dela?) em relação a tudo isso. É muita escolha que preciso fazer e eu não tenho noção do que eu quero, então parece que eu fico paralisada. Parece não, eu fico mesmo. Não sei se quero realmente engrenar o mestrado com a faculdade, porque eu-não-consigo-mais-pensar-tanto. Quero uma pausa não do trabalho físico, mas do intelectual. Quero sair do trabalho, chegar em casa e poder fazer o que eu quiser, porque meu Deus, eu não preciso sentar e ler mil textos nem produzir nada. Mas se eu for pro mestrado, sei que terei poucos dias da semana também com aula e o resto dela toda livre pra mim, e se eu montar direitinho minha grade talvez eu consiga dar conta de tudo o que quero. Fico pensando que se eu vier mesmo a passar no mestrado, e sair do mercado de trabalho, como eu faço para voltar para ele dois anos depois? Porque eu sei como funciona o mercado na minha área e sei que isso é um risco que terei que escolher. Mas eu vou querer voltar para ele ou engrenar no doutorado?
Mas meu amigo tem uma ideia louca de morar por 6 meses pelas estradas da América Latina e me parece empolgante entrar nessa com ele. Mas e quando eu voltar? E pra conseguir ir?

A cabeça não para um minuto, e não chega a nenhuma conclusão sobre qual rumo ser o melhor para mim. Fico aqui com um turbilhão (esses são só alguns dos milhares) de pensamentos que mal me deixam conseguir dormir e sem conseguir conversar com a minha mãe quando chego do trabalho, mas também sem conseguir estudar como deveria, porque quando paro para estudar fico me perguntando se estou focando na coisa certa.

Ontem eu sai com uma amiga, para comemorarmos algo maravilhoso, e para ela tentar me dar uma iluminada em todos esses pontos. Já ajudou tanto! Como conversar com alguém, ser levada a olhar por outros ângulos, com mais clareza algo que você mal enxergava, ajuda tanto. Parece que estou conseguindo encontrar um rumo. Certinho? Não. Mas um rumo.
Acho que só vou descobrir como tudo continua depois da minha formação, no próximo período, no final desse ano mesmo.
Agora o que eu preciso é conseguir sair desse lugar onde estou, onde estagnei, e dar uns passos adiante mesmo saber muito bem para onde. 


#autoajudadodia por @ca_mattafonseca! Pra gente lembrar de não se afobar. E pra entender que é de passo em passo que se chega lá!    http://instagram.com/ca_mattafonseca


Crises

Habemus layout novo... E crises.

terça-feira, julho 07, 2015


Eu poderia estar melhorando meu projeto, que irei apresentar amanhã ao meu orientador. Poderia estar lendo os textos da minha monografia, ou a lista imensa de bibliografia que tenho para matar, mas estou aqui mudando a cara desse espaço. E uma coisa que me prende em frente ao computador, me fazendo mergulhar noites adentro, é layout novo. Só desgrudo da tela e da cadeira quando está tudo encaixadinho. Assim saiu essa nova carinha do Freedom.

Eu amo layouts no melhor estilo old school, remetendo aquele tempo de internet onde mudávamos os nossos ~templates~ pra'quele com a Lindsay Lohan vestida de mamãe noel, sempre na época do Natal. Com carinha de gente que está aqui desde sempre e ama falar sobre a própria vida, porque quando tínhamos 13 anos nunca havíamos parado para pensar no que de fato estávamos fazendo quando ao manter um blog. Mas eu estava com vontade de mudar. Eu amo coisas minimalistas. Amo design clean, com essa pegada mais flat. Assim sempre me peguei entre continuar no mesmo (e sempre continuei...) ou dar uma mudança geral nesse espaço. Chegamos no momento da mudança geral. O Freedom nunca vestiu uma roupa tão clean meus amigos. Queria algo preto e branco mas o verde também não poderia sumir por completo, encontrei o equilíbrio e gostei. De verdade.

Mas não conseguiria fazer um post só sobre o layout novo. Até porque olhem como eu comecei esse post. E também acho que essa mudança nesse espaço reflete um pouco das mudanças que ocorrem do lado de cá.

A questão é que eu ando pensando e eu acho que a gente gosta de dificultar a vida. Não sei se é falta de amor próprio ou excesso. As coisas já estão complicadas, elas sempre estão, e já falei sobre isso aqui. E a gente sabe que ela, a vida, não vai afrouxar para o nosso lado, não vai dar uma de boa amiga e pegar leve com a gente, e o que fazemos? Apertamos mais ainda, tudo.

Eu poderia continuar com minha carga horária de 20 horas semanais no job, mas quis aumentar pra trinta, ter mais emoção (e dinheiro na conta). Eu poderia ter abdicado da minha bolsa de extensão (na verdade essa é a única coisa que teria zero coragem de fazer) esse ano, mas ter várias reuniões e encontros para ir e sempre trabalhos acumulados para serem feitos é mais interessante. Eu poderia escolher um tema muito bobo para a minha monografia, e fazer ela toda de uma forma rasa, mas amigos vou aproveitar a oportunidade de ter que pesquisar algo e pesquisar sobre aquilo que realmente me instiga. Eu poderia não querer publicar artigo nenhum e seguir a vida em paz, mas eu quero, e de preferência os três que estão semi-prontos, esperando toda uma vida para serem revistos. Eu poderia fazer meu estágio curricular em um museu que eu já sei que pega tranquilo, onde não receberei tanta cobrança, mas tenho garra já com um, então o desejo de trabalhar lá, onde eu sempre quis, óbvio, fala mais alto. Eu me formo no final desse ano e poderia tentar o mestrado para o ano que vem naquele que eu me garanto para entrar, mas eu quero o outro difícil pra caraca, que eu vou ter que correr muito atrás do meu orientador, pra conseguir tê-lo pra mim. Eu poderia não me preocupar com concurso público agora, já que já tenho monografia e mestrado pra estudar e tempo nenhum para viver, mas não, sabe-se lá quando abrirá concurso público na minha área de novo.

Tudo isso numa bola só, de uma vez. Eu poderia ter mais amor próprio, e ir pelo caminho mais fácil, (continuar com a carga horária mais baixa no estágio, não ter continuado com minha bolsa de extensão, fazer qualquer coisa na minha monografia, não publicar nada, fazer estágio curricular em qualquer outra instituição, não tentar mestrado agora, ou tentar o fácil, nem pensar em concurso público..) mas parece que eu ando achando que consigo dar conta de todos os problemas que a vida me lança e ainda habilidade pra dificultar tudo mais um tico.

Aí o que eu faço no meio disso tudo? Mudou a cara do blog como nunca havia tido coragem de mudar antes.
Amizade

Drops semanais #5

sábado, julho 04, 2015

Dessa vez um pouco mais de foto nesse post que o normal. Essa semana foi extensa, com todo dia alguma coisa acontecendo e todo dia zero tempo para dormir. Tinha até que ter uma foto especial para as minhas olheiras, mas nem tem.

Acontece que preciso estudar muito, porque estou na odiada época de monografia e pensando seriamente no tema: mestrado. Além disso, sempre preciso estar estudando muito quando penso que tenho minha bolsa de extensão. A solução que achei foi trocar minhas leituras de romance nas idas e voltas do trabalho por textos acadêmicos, porque só assim pra dar conta.


No meu final de semana que eu poderia finalmente meter as caras nos estudos eu não paro em casa. Sábado passado eu fui no Centro Cultural do Cartola/ Museu do Samba, com o pessoal da Rede de Museologia Social do Rio de Janeiro, e esses encontros são sempre muito bons, então no fim vale a pena ir, e costumo ficar mal quando perco algum.



Nessa semana todo dia eu tinha um cafézinho com alguém depois do trabalho para matar a saudade e tietar sobre a vida. Nesse dia encontrei com a Gis e a Nico. A Nico havia me encontrado no dia anterior, porque daqui há duas semanas essa barriga dá uma murchada porque a Elis vem ao mundo e eu precisava vê-la antes disso acontecer. No outro dia tinha marcado com a Gis da gente se encontrar para esclarecer mil dúvidas sobre mestrado e a Nico, que também tá nessa fase, apareceu de novo na minha semana. Foi uma noite de assunto sério mas regada de risos.


A foto da direita é numa estação em Copacabana que eu passava com uma certa frequência quando trabalhava em outro lugar e que tinha meses que eu não passava. Acho isso interessante de ir conhecendo diferentes estações e suas saídas e arredores conforme eu vou mudando de emprego.

A da esquerda, é o lado de fora do museu/ centro cultural onde trabalho e onde também tem um café, que foi onde eu e a querida Vê marcamos de nos encontrarmos pra pôr o papo em dia. Desde janeiro que tentamos fazer isso e finalmente! Ela não aparece na foto, mas era tanta conversa que a ideia de foto nem passou pela nossa cabeça, tirei essa enquanto a esperava mesmo.


Eu e uma amiga de trabalho passamos pela sofrência de pensar onde almoçar todos os dias. Há tempos que queria comer feijão tropeiro e nada de acharmos um lugar perto onde tivesse. Até que ela lembrou de um restaurante nordestino relativamente perto. Chamamos outra companheira de trabalho e lá fomos nós. No final nem tinha meu feijão tropeiro, só o de corda, que são bem parecidos. Mas gente, comida nordestina né? Tem como haver alguma reclamação? Já queremos voltar lá no próximo mês!




Por último esse combo de quatro fotos que foram tiradas hoje. A minha querida Darley se casou em fevereiro e desde então mora nessa casa de boneca com seu respectivo. A Lazaroni, nossa querida amiga de colégio, ainda não tinha ido lá e marcamos um almoço pra Laza conhecer o lar da Darley. O combo foi maravilhoso: ótimas amizades + comida deliciosa.



Estou cansada pra caraca! A Vêronica veio me dizer que nunca havia me visto tão cansada em toda nossa amizade. E a verdade é que não sei se consigo me lembrar de época em que já estive mais cansada do que estou agora. Normalmente já chego a noite mesmo em casa, quando vejo meus amigos então, depois do trabalho, ai é que chego realmente tarde, ainda tomo um café pra meter as caras nos textos, e acaba que vou dormir tarde, mais que o normal. Sendo que eu mal durmo porque acordo várias vezes durante a noite. Ou seja... Estou de fato muito cansada. Tanto física, quanto mentalmente, quanto tudo.
E ainda sinto que essa segunda metade do ano será ainda mais punk. Boa sorte pra mim!



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