E o david se concretiza.

20 de setembro de 2011

A Urca - um dos belos bairros da cidade do Rio de Janeiro - é muito bem frequentada, isso eu já sabia, eu só não sabia que era tanto! Fui descobrir essa semana.

Quem me conhece sabe que eu amo! o David - do livro A Garota Americana da Meg Cabot -. Fisicamente, ele beira a perfeição. Pena e muita pena que fica só dentro de um livro sem ilustração. Ou seja, com uma ajuda aqui e acolá da escritora, o resto fica todo por conta da sua imaginação, sendo assim minha imaginação muito boa fez um trabalho fantástico! Mas não estava satisfeita, sempre tive a vontade de ter o meu David ali nas minhas mãos, desenhado de grafite numa folha branca vestindo sua blusa com banda de rock e seu coturno <3. Ano passado tive a imensa sorte de ver isso se concretizando. Consegui o meu desenho e saiu tão bom quanto na minha imaginação ao ponto de eu ser capaz de me apaixonar por um papel quando fico olhando aquele desenho, aiai.
Como se não bastasse, Deus resolveu ser mais legal ainda comigo, num ponto que minha imaginação nunca se permitiu ir, porque apesar de ser imaginária ela conhece bem a realidade. Eu só pensava e sonhava com o desenho, mas não, tinha coisa melhor por vir.
Sentada na janela como de costume, lá ia eu para a faculdade. O ônibus seguindo seu trajeto normal, indo diminuindo a velocidade por conta do trânsitozinho e por conta do famoso ponto no Instituto Benjamim Constant que ele sempre para. Eu olhando pela janela admirando o Rio de Janeiro por detrás do muro do Iate Clube do Rio de Janeiro me deparei com um braço num tom de pele que eu amo. Um moreno, não aquele dourado de sol, nem um moreno negro, mas um moreno mulato, do jeitinho que eu amo, ficaria horas a admirar aquela cor, fui ver o rosto a quem pertencia aquela cor, a primeira coisa que reparei foram os cabelos. Cabelo enrolado de uma forma perfeita, nem enroladinho nem enrolado liso, apenas enrolado, num tom de castanho também perfeito. Quase não conseguia acreditar. Quando o ônibus andou mais um pouco e eu pude ver o rosto do dito cujo, os olhos eram num tom de verde indo para o mel, me desculpando a Hilary Duff, mais perfeitos que eu já tinha visto. Quase não podia acreditar. Fora isso, o ar leviano que pairava no rosto dele era tão gracioso, que fazia uma harmonia surreal com toda os outros pontos já citados. Como se não bastasse ele estava de bicicleta, um detalhe que acrescentou muitos créditos.
Ele não chegou a me olhar, o que eu não sei se é bom ou ruim. Ruim porque teriam sidos ótimos segundos ver aqueles olhos bem de frente para os meus, mas ruim porque a cara de boba que eu devo ter ficado por ter visto aquilo, ali na minha frente, deve ter sido muito idiota! Acho que foi bom mesmo ele não ter me olhado.
Falando assim as características dele, até soa bobagem, pode parecer fácil achar alguém com essas características, mas não, não é, porque tirando o tom de pele, já que o David é branco - a única coisa que eu mudaria nele, porque sou muito mais morenos- era a concretização do David em pessoa ali. Quase não acreditei. Bem na minha frente. Numa bela manhã de mais um dia normal, na minha típica ida para a faculdade. Puff. Surreal.

Agora quando passo por ali, fico catando uma bicicleta que tenha um dono com olhos verdes e cabelos perfeitos, vai que eu consigo vê-lo de novo! Ou é muita sorte para uma pessoa só ?

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1 comentários

  1. Ameeei ! Tãããão bom quando esses amores repentinos nos pregam uma peça ! Aproveite esses amores de segundos pois são os melhores !

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