Pessoal

Saudades da gente

domingo, abril 22, 2018
Eu comecei a sentir saudades da gente, e ela insiti em persistir. E eu sei quando ela começou.

O processo de viajar sozinha em si todo é bom, eu gosto. Mas descobri que com o tempo pode bater um momento de solidão, que faz parte e tudo bem, mas no meio desse processo, depois de 12 dias viajando sozinha, com tempo demais e cabeça vaga eu comecei a sentir essa falta. Falta da gente. Especificamente de partilhar, de ter ali do lado, de poder contar no final do dia sobre o dia em si. 
É algo que eu não gosto de dizer em voz alta, porque não tenho muita facilidade em assumir isso, e dizer em voz alta é basicamente assumir. Mas me bateu tão forte que eu falei com as minhas irmãs. Não nesse dia, e essa que é a questão.

Isso tem dois anos. Um ano e alguns meses na verdade. Eu senti a falta da gente há um ano e alguns meses e achei que fosse momentâneo. Fazia parte da solidão que aquele fim de viagem estava me trazendo. 
Mas nesse meio tempo foi o processo que passei de aceitar isso e conseguir falar em voz alta. Eu entendi que na verdade não sinto realmente falta da gente, mas de alguém com quem compartilhar certos momentos. Você representa isso. Agora um certo vazio, que me é estranho. 

Que acarretou com um outro vazio e juntando os dois o futuro me parece formado boa parte dele por um vazio, que não vejo realmente como não me ser estranho. 
Refletir

Pra variar, 2017

quarta-feira, dezembro 20, 2017


Um hábito que tenho há anos, mas reforcei em 2017 foi o de escrever no papel, sobre basicamente tudo. 
Usei muito minha agenda, anotei muita coisa, fiz muita lista, organizei muito meus dias, semanas e meses, e passei a escrever não apenas as coisas óbvias, como organização, por exemplo, mas também coisas que eu achava importante para mim, não importa se não é um costume geral escrever sobre aquilo.

Esse ano também eu criei uma newsletter com a minha irmã Débora e ando escrevendo mais do que aqui. A última que enviei até agora falava sobre olhar as coisas boas do ano de 2017, inspirada nisso eu resolvi deixar escrito na minha agenda desse ano uma lista de coisas boas que me aconteceram, sejam elas consideradas grandes, sejam elas consideradas pequenas.

Acontece que quando fiz isso me peguei analisando esse ano que passou, e é incrível o quanto é verdade isso dos dias irem acontecendo e junto deles nossas vivências e a gente nunca parar simplesmente para pensar, pensar sobre o que passou, sobre o agora, sobre o que queremos. A gente não tira um tempo de análise. Muitas das vezes nos cobramos demais, mas não analisamos o quanto já melhoramos, tanto em pontos aleatórios quanto nesses em que nos cobramos, porque não paramos para pensar sobre, sobre nada, nunca. 

Comecei a lista e tanta, mas tanta, mas tanta coisa aconteceu! E eu te juro que eu não fazia ideia, é claro que eu sabia que tinha feito uma viagem incrível com as minhas irmãs para a Bahia, ou que havia começado a trabalhar em um museu que eu amo, mas foi tão mais que isso, tanta coisa corriqueira também e que é grande, e que é boa!

Eu me surpreendi com a minha própria vida, a sensação foi que eu tive um ano incrível demais e não tinha me dado conta, e se não tivesse parado nesse momento, esse ano ia passar despercebido por mim e quando me perguntasse sobre 2017 só iria dizer que foi um bom ano, mas hoje eu posso dizer que ele foi muito melhor que um simples "bom ano", ele foi especial para mim por diferentes motivos. Um monte deles.

Eu não ter reconhecido ainda isso nele me fez parecer que eu não o tinha vivido em toda a sua itensidade. Eu vivi cada uma dessas boas coisas que me aconteceram de forma intencional, mas eu não ter reconhecido que cada uma delas foi boa para mim e me fez ter um ano inteiro completamente bom não me permitia enxergar 2017 da forma como eu enxergo agora, com um sorriso no rosto como se tivesse sido meu último presente para finalizar bem esse ano, o melhor presente, perceber e ter a total consciência que esses meses me mudaram, me mudaram, me mudaram e me trouxeram tanta coisa incrível, que eu já me habituei e não fui tão grata.

Eu conheci umas pessoas tão especiais, tão queridas, que me trouxeram mais para perto de onde eu desejava estar.
Eu fiz umas viagens maravilhosas demais, únicas, mesmo.
Eu me apaixonei pelo Parque do Ibirapuera, porque andei de bicicleta lá pela primeira vez.
Eu me cansei das linhas de metrô de SP de tanto que rodei por elas.
Eu vi o show do Sigur Rós (!!!!!!!!!!!!!)
Eu descobri e passei a viver meu chamado na minha igreja local.
Eu comecei a estudar espanhol (!!!!)
Eu vi coisas lindas acontecerem às crianças do departamento onde trabalho na minha igreja local.
Meu irmão de Minas veio ao Rio de Janeiro pela primeira vez.
Eu fui aprovada no mestrado que eu queria.
Eu voltei a amar fotografia analógica.
Eu fui em Boipeba (!!!!)
Comecei a estudar francês.
Deus tratou de tristezas internas que nem eu sabia que me afetavam tanto.
Eu consegui ter um horário muito flexível trabalhando de casa.
E assim consegui sair muito mais com meus amigos.
Tomei café da manhã com a minha mãe algumas vezes por aí, e foi gostosinho demais fazer isso com ela.
Eu comecei o ano comemorando meu aniversário na praia.
Foi a primeira vez na vida que eu reuni todos meus amigos para comemorar meu aniversário.
Eu cresci muito, mas muito espiritualmente.
Eu li tanto quanto eu gostaria, e livros incríveis.
Eu li mais mulheres.

E a lista só continua. Mas a intenção aqui não é listar tudo de bom que me aconteceu, mas sim falar sobre eu não ter percebido elas. Você vê que algumas coisas saltam aos olhos mas outras podem passar despercebidas com facilidade? Igualmente com o seu ano.

Achamos que acontecem muito mais coisas ruins na nossa vida que coisas boas, mas muitas das vezes apenas não olhamos ou valorizamos as coisas boas tanto quanto focamos e valorizamos as coisas ruins.
Pelo menos nesse final de ano, vamos olhar para nós mesmos e para a única vida que temos a chance de viver e tentar reconhecer apenas os pontos bons e meditar sobre eles.
Foi um exercício que fiz sem imaginar o que viria e me surpeendi muito comigo mesma, com meu ano. Recomendo que você tire esse tempo apenas para analisar esses últimos meses e focar no que há de bom neles.
Dica

Olá paraíso, olá Boipeba

sexta-feira, agosto 25, 2017

Minha irmã Débora marcou as férias dela para agosto, então Ester também. Elas decidiram viajar para Boipeba, que já era um destino desejo de nós 3. Ester conheceu essa ilha lendo sites de viagem e eu e Debs conhecemos através do canal da Dani Noce (podem ver os vídeos pela ilha nessa playlist). Estou contando isso porque a pergunta que mais nos fizeram enquanto estávamos lá era como conhecemos o local.
Encontrar informações sobre o local é fácil mas não tem muita e as que tem nem sempre estão completinhas, então resolvi fazer esse post para ajudar quem quer ir ou inserir dentro de pessoas que nem conheciam essa ilha o desejo de ir até lá.

Por entre o rio




Chegar na ilha não é tão simples, mas na prática acaba sendo menos complicado do que parece, apesar de sim, ser bem longo o trajeto até enfim pisar no solo de Boipeba.

A vista do caminho da lancha até a ilha
Primeiro você chega em Salvador, no nosso caso fomos de avião.
No aeroporto de Salvador você pega um ônibus, o 1021-00 no ponto de ônibus que fica na áera externa do aeroporto, logo atrás do estacionamento coberto. É um ponto de ônibus circulares mesmo. A passagem desse ônibus é R$ 3,60 (pegamos no final de semana então foi R$ 1,80!!!). Pegamos o das 6h, eu tinha lido que esse era o primeiro horário no sábado.

Esse ônibus deixa no terminal São Joaquim, lá você pega o Ferry Boat (R$ 6,70) para Bom Despacho. Nesse terminal não há risco de pegar um barco para um local errado pois só sai Ferry Boat em direção a Bom Despacho.

Em Bom Despacho você pega um ônibus em direção à Valença (R$ 21,15). Aqui tem um segredo, antes de comprar sua passagem pergunte ao motorista (eles ficam parados em frente ao ônibus) se é possível ele te deixar num ponto próximo ao cais de Valença, porque se não você vai descer num ponto longe e terá que andar até o cais ou pegar um táxi. Um motorista de um ônibus que era expresso disse que não pararia mas um outro motorista que foi bem simpático, disse que pararia pra gente e parou mesmo. Então verifiquem isso antes de comprar, a gente ia comprar o expresso e ia se dar mal.

No cais de Valença compramos passagem de lancha (R$ 44,00) para Boipeba, finalmente!
Todos os transportes que pegamos até aqui havíamos verificado o horário que saíriam, porque estão disponíveis na internet, e tínhamos já uma noção, quanto à lancha não. Acontece que havia menos de meia hora que havia saído uma e então tívemos que esperar 2h pela próxima, lembrando que era sábado!

Depois de mais ou menos 1h de lancha finalmente chegamos em Boipeba!

Resumindo?

Aeroporto - Terminal São Joaquim (via ônibus 1021-00, 1h de viagem)
Terminal São Joaquim - Bom Despacho (via Ferry Boat, +/- 30 min de viagem)
Bom Despacho - Valença (via ônibus, +/- 2h de viagem)
Valença - Boipeba (via lancha, 1h de viagem)


Chegamos na ilha!
Na chegada você desce no centro do vilareijo, onde há uma concentração de restaurantes, lanchonetes e casas, basicamente. Tinham dois mercadinhos, uma loja de roupa e uma loja de coisas pra celular, casa e tudo mais.
Me lembrou muito Cuba, é incrível como não tinha uma propaganda sequer por toda a ilha, como basicamente não tinha loja e de segunda a sexta tinha gente circulando super pelas ruas.
Então se você vai para lá precisa ir tendo em mente que é realmente um local calmo, sem coisas agitadas para se fazer durante a noite, com total clima de cidade pequena.

Inclusive, nesse ponto é bem contrastante com Morro de São Paulo. Pelo o que os moradores falaram eles querem mais é que continue com esse clima calmo de vilajeiro ao invés de se aproximar à agitação do Morro.

Você vai para Boipeba para ir às praias, andar muito rs, comer bem no almoço e na janta, e a noite ficar no local onde está hospedado descansando para andar mais no outro dia.

Além disso, o sinal da minha operadora (Claro) não pegava onde fiquei hospedada e pegava em alguns pontos da ilha, mas nunca de forma excelente. Acho que é assim com todas as operadoras, em alguns lugares pega em outros não. O wifi do hostel também caia as vezes. Ou seja, vá para se desligar, internet pro básico você vai ter, mas de resto é pra ficar sem mesmo.

Sobre o tempo, em agosto, fazia sol e um pouco de calor durante o dia e a noite fica um friozinho que pedia uma terceira peça, sabe?
O bom mesmo é ir depois, em setembro. A semana anterior a da minha viagem choveu bastante e pegamos dois dias nublados.

Agora sobre dinheiro, indicaram levar dinheiro vivo e é realmente importante, mas em vários lugares aceitavam cartão de débito (como os restaurantes e transportes mais caros). Agora, é importante dizer que lá não há nenhum caixa 24h, ou seja, se seu dinheiro acabar, acabou.
Na verdade, há um local onde você passa o cartão e o cara te dá o dinheiro mas cobra uma taxa de 15% em cima do valor...




O ponto principal da ilha: suas praias. São elas: Boca da Barra, Tassimirim, Cueira, Moreré e Bainema. Sainda da Velha Boipeba elas se dão exatamente nessa ordem. Além do Rio do Inferno que é logo no começo e é uma atração à parte.

Você pode caminhar da Boca da Barra até Bainema a pé pela orla, para isso você precisa conhecer o horário da maré que varia de dia para dia, se informe sobre isso no local onde você vai se hospedar. 
Caso a maré esteja alta você pode pegar na Velha Boipeba um trator (R$ 10,00 por pessoa) até Moreré, e depois no final do dia voltar pela orla que é quando a maré costuma baixar.

O caminho do trator até Moreré
Fui em agosto, que é baixa temporada, sendo assim Moreré estava deserta, vez ou outra que passava alguém. Lá é a praia mais famosa da ilha e realmente a mais bonita.
Mas se você ficar pelo centro pode ser meio chato chegar até Moreré ou Bainema, então um local gostoso de ficar é no Rio do Inferno, por ser um rio a água lá é calma, super gostosa, e fica perto de alguns restaurantes, então é fácil de se comer quando dá a hora do almoço.
Em Tassimirim, Cueira, Moreré e Bainema não há variedade de restaurantes, há um ou outro, e os que tinham em Moreré estavam todos fechados, muito provavelmente por ser baixa temporada e quase não ter turista.














Ainda sobre as praias, o passeio essencial é o passeio de barco que dá a volta por toda a ilha, literalmente rs. O preço é de R$ 100,00 por pessoa e dura o dia todo, eu fiz pelo Coco Louco com o Silvinho e super recomendo. 
Nesse passeio você passa pelo Pontal dos Castelhanos e pra mim foi simplesmente o local mais bonito de toda a ilha! Por lá, assim que você desce da lancha tem uma barraca de pastel super famosa com patéis recheados com siri, caranqueijo, lagosta e camarão. Uma delícia e com super recheio!
Se você segue pela praia você se depara com uma costa linda e totalmente deserta, é simplesmente indescritível!

Cacau, que tem super na ilha!


Nesse restaurante, no Pontal dos Castelhanos, a bebida é servida no próprio cacau

Pontal dos Castelhanos

Pontal dos Castelhanos

Pontal dos Castelhanos

Pontal dos Castelhanos

Pontal dos Castelhanos

Pontal dos Castelhanos

Pontal dos Castelhanos
De lá você segue para a Cova da Onça onde é a parada do almoço e come a famosa lagosta na manteiga (R$ 120,00). A porção é para dois mas preciso dizer uma coisa sobre as porções de comida de Boipeba: elas são imensas. Fui com minhas duas irmãs e pedimos sempre porção para 2, onde as 3 comiam fartamente. Se você vai em dois peça porção para 1 e será mais que o suficiente. Duas meninas que conhecemos por lá fizeram isso e deu super certo.

Lagosta feita na manteiga

Cova da Onça
A gente segue caminho e faz duas paradas, a primeira nas piscinas naturais dos Castelhanos, que infelizmente não pegamos no seu melhor dia, pois a época não é boa mesmo e havia chovido a noite toda. Mas ainda assim o Silvinho parou e conseguimos ver uns peixes.
Depois ele para num banco de areia, que é simplesmente um pedaço de areia no meio do mar!







Depois o passeio segue até o Portal das Ostras que é um restaurante flutuante de ostras que existe há 15 anos! Fica no meio do rio e é simplesmente gostoso demais! Além da porção com 9 ostras (R$ 13,00) tem também outros frutos do mar, aproveitamos para comer carangueijo (R$ 5,00) que eu amo!
Lá você finaliza o passeio vendo o pôr-do-sol no rio, incrível!

Portal das Ostras


Portal das Ostras
Ainda falando sobre os passeios em Boipeba, além das praias há um mirante chamado Mirante QuebraCu que dá para uma vista geral da ilha e é tão mas tão mas tão lindo que eu simplesmente chorei na primeira vez que fui lá.
Você olha e ao redor consegue enxergar mata (mas muita, muita mata), rio, duna e praias, simplesmente incrível. O ruim é que não dá para ter noção dessa beleza pelas fotos, chega a ser frustrante olhar para elas porque não transparece nem um terço do que é de verdade (senti isso com todas as fotos que tirei pela ilha).






Você pode ver o pôr-do-sol do mirante mas também pode ver de boas no Rio do Inferno, que é um espetáculo maravilhoso!




Gente, Bahia né? Uma certeza que você pode ter é que a comida vai ser boa! Então para comida mais tradicional meio que vá que não tem erro, comemos nos restaurantes que beiram o rio e todos estavam deliciosos. Peçam suco da fruta (e não de poupa) porque são deliciosos, amei os de graviola e de manga que pedi por lá.


Além disso há duas indicações que queria fazer:

A tapioca da praça - um pouco mais acima do centro da Velha Boipeba tem uma praça (na verdade, na verdade, é um capinho onde as crianças jogam futebol), lá funcionam umas barriquinhas na alta temporada, como fomos na baixa só tinha a da tapioca funcionando. Cada tapioca custa R$ 5,00 e dá vontade de comer todas, além dos sucos para acompanhar serem muito bons também. Tem de carne seca com queijo, chocolate com coco (o chocolate deles é maravilhoso!), doce de leite com banana, camarão, etc. Uma variedade enorme.

Casa Namoa Creperia - A única comida não típica da região que resolvemos comer e valeu a pena! Seguindo um pouco mais acima da praça, você encontra esse restaurante que vende, como o nome diz, crepe. Tem vários sabores, um mais delicioso que o outro, e tudo feito na hora pelo francês que resolveu abrir na ilha uma pousada junto com o restaurante. 
De entrada veio um pão delicioso quentinho, por ter sido feito pra gente na hora, acompanhado de um molho de tomate, vocês não fazem ideia do quanto o pão era saboroso!
Sobre o crepe, pedi o de camarão com abacaxi e gorgonzola (RS 35,00) e estava simplesmente incrível!
É um pouco fora da curva, por ser crepe na Bahia e também é um pouco salgado, mas eu particularmente voltaria.









Na volta queríamos passar por Salvador já que o vôo saía de lá e era só de madrugada. Para sair da ilha conseguimos uma lancha mais barata, por R$ 30,00 e não R$ 44,00, quanto a isso se informe por lá, pegamos essa pela Olivence.
Ela nos deixava na rodoviária de Valença, de lá queríamos chegar em Mar Grande. Falamos sobre isso com a atendende do Olivence e ela nos indicou um amigo que podeira nos pegar na rodoviária e nos levar até Mar Grande direto. Se você não fechar esse transporte o que você pode fazer são duas opções, pegar a lancha até Valença:
1. Na rodoviária de Valença pegar um ônibus até Bom Despacho e de lá pegar um Ferry Boat até São Joaquim. São Joaquim já é Salvador mas não a parte turística, de lá teríamos que pegar um ônibus ou um uber até o Pelourinho e região.
2. Na rodoviária de Valença pegar um ônibus até Bom Despacho e pedir para descer no trevo, no trevo você pega uma van que vai te deixar no cais de Mar Grande.

O que eu fiz foi na rodoviária de Valença pegar esse transporte de carro diretamente até o cais de Mar Grande, foi R$ 30,00 por pessoa, sendo que o ônibus é uns R$ 22,00, sendo assim a diferença foi muito pouca.

De Mar Grande você pega um barco (que chamam de lancha) até Salvador, exatamente no Mercado Municipal, ou seja, no centro da coisa toda.

Eu particularmente não gosto muito de Salvador (sinto daqui pessoas me julgando) e da primeira vez que fui não senti vontade de voltar, mas a little sis Debs nunca tinha ido e é super justo conhecer já que já estava lá. Dá pra dar uma volta pela região toda em 2h tranquilamente.
Fomos no Mercado Municipal, almoçamos por lá uma moqueca de peixe com camarão (R$ 90,00/ a porção de 2 que serviu nós 3), de lá pegamos o Elevador Lacerda (R$ 0,15) e seguimos para o Pelourinho.







Me despedi da Bahia, em especial de Boipeba com alegria demais no coração e realmente com um desejo sincero de voltar na ilha. O curioso é que o que mais tinha por lá era turista da Europa, vimos poucos brasileiros, o que é uma pena, né? Temos tanta vontade de viajar para fora do país que acabamos não valorizando as coisas fantásticas que o Brasil tem para oferecer. Então não cometa o erro de não valorizar o país que vivemos, há lugares incríveis e não tão óbvios por ele todo e Boipeba é um deles.

Instagram